A Fábula do Arruda que Não dava Sorte
19 de Fevereiro de 2010, por Aurélio A. Heckert - Um comentárioEra uma vêz um governador chamado Arruda, no passado ele passeava com ACM (o homem bom da Bahia), com quem brincou de violar o Painel do Senado, mas o povo achava o carequinha muito bonitinho e o perdoou.
Como era brincalhão e das travessuras não conseguia largar, foi brincar de guardar dinheiro na meia com os novos amigos do governo do DF.
Um dia ele pagou mais de 400 mil reais em assinaturas da Revista Veja, que muito agradecida escreveu belas matérias sobre o bom homem, mas nenhum agradecimento foi maior que libera-lo de uma vexaminosa capa sobre sua prisão, onde foi colocada uma singela matéria sobre estética.
Que a Veja é uma farsa (quase) todo mundo já sabia, mas pra negar uma capa dessa!? Huummm... tem cheiro de meia nessa conta bancaria...
Quer saber mais sobre essa história? O povo está Twitando e se preferir, tem um RSS!
Meu pai leva alegria para os outros e tristeza para dentro de nossa casa
5 de Setembro de 2009, por Aurélio A. Heckert - Sem comentários aindaVocê já deve ter visto o comercial da Coca-Cola "Meu pai dirige um caminhão da Coca-Cola, mas também leva alegria pra muita gente". Um garoto lê sua redação que conta que seu pai entrega Coca e faz alegria(sic) de muita gente...
Ironicamente uma das centenas de faltas éticas da Coca-Cola a leva a pagar por propaganda enganosa e encargos trabalhistas.
Parece com o caso de Al Capone que, apesar de tudo, só foi pego pelo imposto de renda ... a diferença é que ele foi derrubado e a família do motorista ainda vai beber Coca hoje.
Achou pouco? Talvez você queira saber mais.
Os maus sempre vencem, pois há neutros demais no sistema
13 de Julho de 2009, por Aurélio A. Heckert - Sem comentários aindaRecomendo a leitura com urgência do post "Os maus sempre vencem, pois há neutros demais no sistema" de Tiago Bortoleto vaz. Ele traz um pouco daquele "óbvio profundo" que encontramos nas falas dos iluminados.
Eu gostaria que textos como esse fossem capazes de despertar os neutros e os que pensam que não são nulos.












