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Centro de Formação em Economia Solidária da Região Sudeste

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Bem [email protected] ao Blog do CFES Sudeste!

12 de Janeiro de 2009, 22:00 , por Desconhecido - | Ninguém está seguindo este artigo ainda.

Economia Solidária como alternativa e crítica ao capitalismo

14 de Dezembro de 2016, 15:21, por Shirlei Aparecida Almeida Silva - 0sem comentários ainda

Estamos vivendo um momento crucial da humanidade, onde construímos um sistema de valores e crenças, baseado na opressão, na guerra e na tirania, tanto entre os seres humanos quanto entre estes e todos os demais seres que habitam o planeta terra. Temos chamado este sistema de capitalismo.

Compreendendo um pouco melhor, vamos a força das palavras: capitalismo é um substantivo masculino. A palavra capital vem do latim capitale, derivado de capitalis (com o sentido de "principal, primeiro, chefe"), e vem do proto-indo-europeu kaput significando "cabeça”. Este, nomeia um sistema socioeconômico tendo como base a legitimação da apropriação privada de tudo que é considera bens e a irrestrita liberdade do comércio e da indústria, seu principal objetivo é a acumulação de riquezas.

Neste sistema, a centralidade está na posse individual do “cabeça”, do chefe, numa visão claramente patriarcal, hierárquica opressora. Este visualiza todo o seu entorno, como possíveis bens, coisas, que podem ser apropriadas para a promoção da maximização do lucro, nesse sentido, faz parte do sistema se relacionar com o planeta (seres humanos, bichos, rios, solo, montanhas, plantas ou o próprio planeta) como coisas, mercadorias que devem ser racionalmente negociadas no mercado, gerando cada vez mais lucro e acumulação.

Este sistema valoriza e promove a competição, a disputa, a luta, as hierarquias opressoras, o mando, o autoritarismo, a obediência cega ao chefe, ao poder, a apropriação de recursos, a destruição, a morte e o medo e portanto a guerra, pois estes são parte estruturante do próprio sistema e de onde ele se alimenta.

O capitalismo gera seres humanos, medíocres, medrosos, covardes e infantilizados, limita o pensamento crítico e libertário, impõe a opressão as mulheres, as crianças, as artes e a literatura.

Em contraponto, entendemos que Economia é um substantivo feminino, o elemento “eco” vem do grego oikos e significa “casa, lar, domicílio, meio ambiente”. Na sua origem, portanto, economia é a arte de bem administrar a casa + Solidária que é por sua vez um adjetivo, também feminino, vem do Francês SOLIDAIRE, “interdependente, completo, inteiro” e do Latim SOLIDUS, “firme, inteira, completa” que acrescenta, qualifica o substantivo Economia.

Então, Economia Solidária se constitui por princípios e práticas fundadas em relações interdependentes, sólidas e altivas de colaboração, trocas e partilhas, apoiadas em um princípio matrilinear, onde as relações entre os seres humanos deve ser fundamentalmente horizontais, fundadas no reconhecimento da outra pessoa como parte de mim e do todo. Estas práticas por sua vez são inspiradas por valores culturais que colocam o cuidado com a casa comum, portanto com a vida em todas as suas dimensões, expressões e formas e a promoção da felicidade da pessoa humana e suas coletividades, como sujeitos e finalidade da atividade econômica, cultural e política.

A Economia Solidária busca bases diferentes e antagônicas ao capitalismo, não se baseia na acumulação, mas no cuidado com o planeta e todos os seres que nele habitam, na perpetuação das condições para gerar vida e isto requer a tomada de consciência, criatividade e responsabilidade dos indivíduos e a solidariedade entre os cidadãos e cidadãs, que se reconhecem como parte e não comerciantes da natureza e que com ela e entre ela está em total conexão e interdependência.

A Economia Solidária, se coloca também propulsora de um (des)envolvimento endógeno, vindo a partir das necessidades das comunidades humanas, no diálogo franco e direto, onde a definição do que produzir, vem a partir das necessidades reais também do planeta e todas as criaturas, onde a produção, a distribuição, as finanças e o consumo são ações responsáveis e contextualizadas.

Mas, é importante ficar alerta, a força militante e propositiva da economia solidária, não pode se bastar em si mesma, não pode ficar somente no mundo das ideias, em fundamentalismos, tristes e rancorosos, que se envenenam com a disputa pequena, cada vez mais adoecidos em grupos fechados de militontos[1], onde pessoas fracas e débeis se encontram somente para criar intriga,  apontar defeitos uns dos outros, para reclamar e se lamentar, debatendo ardorosamente para saber quem é do dono da razão, ou quem são os donos da economia solidária, numa ação antropofágica se consumem a si mesmos, afastam quem poderia chegar, somar e enriquecer o debate. Afirmo: isto não é economia solidária, não promove o bem viver e na verdade serve ao projeto Capitalista.

É preciso ter coragem para ir além, romper o lugar comum, o que já está dado, se tornar pratica e práxis. Ser espaço gerador de felicidade, beleza, leveza, esperança, lugar da ética, da estética, da poética e também da patética.

A Economia Solidária não se forma com pessoas dependentes, frágeis e débeis. Mas, com mulheres e homens, jovens e velhos, crianças e adolescentes,  de todas as raças e credos, conscientes do seu papel no mundo, seres políticos, que estrategicamente se colocam, se questionam, se auto organizam, não esperam por projetos ou políticas externas aos seus coletivos, tem a coragem de olhar de frente e respeitam e tentam compreender suas diferenças e conflitos fazendo destas sua força, recriam reinventam as  maneiras e significados do trabalho, dos produtos e serviços gerados, da vida comunitária, constroem comunidades autônomas e altivas,  determinadas e propositivas para todos os campos da ação humana, baseados nos princípios do cuidado e da vida plena.

Economia Solidária, neste momento histórico, considero como um fronte de resistência, um possível contraponto, frente as imposições do sistema capitalista, que tenta cada vez mais ferozmente transformar tudo em mercadoria, até mesmo a mercantilização das relações, a ameaça de destruição do planeta em mais de 23 diferentes formas simultâneas. A economia solidária deverá estar de mãos dadas e em sintonia com outros movimentos sociais, apontando a necessidade urgente de um outro paradigma não capitalista, que promova uma sociedade cuidadora e saudável.

Portanto, a própria existência e a necessidade de uma economia do cuidado, vem do fato que a economia capitalista não atende, não preenche as necessidades da vida, dos sujeitos e do planeta ao contrario coloca este em risco. A Economia Solidária, necessariamente vai mais além da crítica, pois traz seu bojo, no seu amago, uma proposta de reflexão, ação, reflexão.

Muitas iniciativas, que nos fazem saborear a sociedade dos nossos sonhos, já estão em prática, baseadas em uma nova lógica, distante do modelo capitalista, são organizações comunitárias em ecovilas, ocupações urbanas, produção agroecológica, biodinâmica, permacultura, feiras orgânicas, lojas solidárias, fundos rotativos, bancos comunitários com moeda social, redes e cadeias produtivas. Nestes espaços se busca o exercício de uma democracia direta e não representativa, muito além de uma categoria produtiva. Esta perspectiva está gerando, novas concepções e formas da escola, de espiritualidade, de relação com o tempo, com o trabalho, e até mesmo redefinindo as reais necessidades humanas e apontando para novas forma de se fazer política voltadas a valores éticos e responsáveis e uma economia da vida verdadeira.

Nascemos para sermos cuidados e cuidadores, e podemos enquanto seres em evolução aprender cada vez mais a dimensão do verbo AMAR. Não somente como um sentimento melancólico, mas como um verbo regular, transitivo direto. Enquanto verbo exige ação. Não tão somente contemplação, ou falsa passividade.

Desta maneira a Economia Solidária se transforma não somente numa crítica, mas verdadeiramente uma antítese do capitalismo.

“Economia é todo dia e a nossa vida não é mercadoria”

 

[1] Ver texto do Frei Betto - Dez Conselhos para os Militantes de Esquerda. http://www.revolucoes.org.br/v1/sites/default/files/dez_conselhos_para_os_militantes_de_esquerda.pdf



Cidade Solidária - Um novo conceito para o bem viver!

16 de Dezembro de 2014, 17:44, por Rafael - 0sem comentários ainda

Cidade Solidária - Um novo conceito para o bem viver!

De 10 a 14 de dezembro de 2014 aconteceu, por realização do Fórum de Economia Popular e Solidária do Espírito Santo, a Cidade Solidária. O evento contou com a participação de vários empreendimentos de economia solidária, entidades de apoio e fomento e gestores públicos. Uma extrutura montada com 1500m² para acomodar um centro público para as oficinas e seminários, um coreto para as apresentações culturais, uma praça, uma área de alimentação com cafeteria e comidas tradicionais, artesanatos, trabalhos manuais, sabão ecológico, subsídios da economia solidária. Um fato marcou a cidade solidária, toda comercialização foi realizada com a moeda social Beijo, com a poio da Rede Desenvolver de Bancos Comunitários do estado. Cada visitante fazia a troca da moeda Real com a Beijo para comprar nos estandes de produtos da economia solidária.

No domingo, em comemoração ao dia Nacional da Economia Solidária fizemos uma linda ciranda, percorrendo as ruas da Cidade Solidária ao som da música: "essa ciranda não é minha não ela é de todos nós".

 

Reunião no Centro Público da Cidade Solidária
sobre a organicidade do movimento.

Solenidade de abertura do evento: presença de gestores públicos da SRTE, Estado, da Presidenta do Conselho Estadual de Econ. Solidária, do Município de Cariacica e de Vila Velha. Destaque para os representantes do Fórum de Economia Popular e Solidária do estado.

Veja mais imagens diponibilizadas no Facebook do FEPS.



Convite Seminário de Enceramento do CFES Sudeste

17 de Julho de 2012, 21:00, por KADIO SERGE ARISTIDE - 0sem comentários ainda

Proposta_Programação_seminário_final_CFES_públi(...).doc



AS MULHERES RUMO AO RIO+20

9 de Maio de 2012, 21:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

AS MULHERES NA RIO+20

 

 

Ontem o encontro aconteceu no Centro de Arte Calouste Gulbenkian., Praça Onze, reuniram centenas mulheres na mobilização rumo a Cúpula dos Povos, a dinâmica de grupo uma “ARVORE DA SUSTENTABILIDADE”  onde todas colocava as folhas nos galhos com o que entende em relação a sustentabilidade., porém ela ficou linda com tantas folhas.

A programação do encontro  discutimos a crise global como viver atualmente o mundo,  a conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento , Mudanças Climáticas, a Mercantilização da Natureza, o Racismo Ambiental, Sustentabilidade política, ambiental, cultural , social e econômica entre outros tema s de importância para o planeta. Onde nós mulheres  queremos está presentes debatendo o impactos destes temas: Trabalhamos com cinco grupos, temas propostos par as Plenárias de Conferência da Cúpula dos Povos.

Grupo I: “DIREITO E JUSTIÇA SOCIAL E AMBIENTAL”-direito das Mulheres, Direitos Sexuais e Reprodutivos, Racismo ambiental, Violências (feminicidios) e injustiças nos territórios(nosso corpo, nosso território), impactos da mudanças climáticas e desastre naturais, lutas por moradia, lutas de resistências nas comunidades.

Grupo II “MODEL O DE DESENVOLVIMENTO E ENERGIA”.-resistências às barragens(Belo Monte), aos megaprojetos, agronegócio, mecanismos de mercados....modelo exportador de matérias primas e promotor de desigualdades. Uso não sustentado da energia elétrica. Megaprojetos-porto de Sepetiba, Porto Maravilha  etc. O usa da energia nuclear e construção de novas usinas( Angra)

Grupo III “DEESA DOS BENS COMUNS E CONTRA A MERCANTILIZAÇAÕ DA NATUREZA”.- Lutas em defesa da água, das florestas, das culturas tradicionais, da internet e do software livre, dos bens intangíveis etc, proteção , acesso e uso  democrático dos bens comuns, contra a mercatilização  dos cuidados da vida-especilmente da saúde.

 

Grupo IV”SOBERANIS ALIMENTAR E ACESSO À TERRA”-As lutas contra o agronegócio, concentração da terra, transgênicos, os agrotóxicos. As respostas das mulheres desde a Agricultura Familiar, Camponesas e Comunitária, Agro ecologia e a Reforma Agrária.

Grupo V”TRAALHO: POR UMA  OUTRA ECONOMIA E NOVOS PARAGIGMAS DE SOCIEDADE”- Trabalho produtivo e reprodutivo, desigualdades e discriminações,  respostas desde a Economia solidária, Economia do Cuidado e os Direitos das Trabalhadoras. Neste grupo participou a Elza, Daniele. Luiza, Josenete(NETE), falamos da lei 865, da recardação de assinaturas, consumo  consciente, produtoras, agricultura familiar, maioria são mulheres. Foi o grupo com mais participação de mulheres. Temos que mobilizar mais mulheres do nosso fórum para irmos as discussões por  ser interesses  de [email protected]

Foi passado dois projeção do vídeos “PLANETA FÊMEA”uma como aconteceu a ECO 92,  com a militâncias e os Chefe de Estados menos –Estados Unidos. Rodada de experiências sobre  a ECO92-

A Cúpula dos Povos  no dia 18 de junho às 12 hs – nós mulheres estaremos tomando toda cúpula e faremos uma grande mobilização com tenda e passeata .

A  Economia Solidária vamos tomar as ruas do Rio de Janeiro.

Vamos Fazer tudo aquilo que sabemos, montar a manda la, Ciranda, faixas grandes para tomar toda rua, pirulitos com dizeres que diz respeito ao movimentos (lei , Conselho, um  Ministério Ecosol). Vamos nos preparar para esse grande dia. Só assim a Economia Solidária mostrará que faz a diferença da Economia Verde.

 

 

Luiza-(Arte em Reciclaem)



Sistema georreferenciado da Rede de Educadores-as da Economia Solidária

7 de Maio de 2012, 21:00, por KADIO SERGE ARISTIDE - 0sem comentários ainda

lá coletivos de educadores-as da região sudeste,

Na semana que vem o FBES realizará uma plenária de balanço em Belo Horizonte, dia 10 de maio.
Teremos participantes dos 4 estados tanto na plenária como no Seminário de Balanço dos Projetos Governamentais que acontecerá dias 11 e 12 de maio.
Em diálogo com o CFES Sudeste e CFES Nacional, proponho uma reunião dia 10 de maio, a partir das 19h, na Escola 7 de Outubro, onde acontecerão a Plenária e Seminário. Quem estiver por lá, participa presencialmente, quem estiver longe, poderá participar virtualmente.
Um dos temas desta reunião será o sistema georreferenciado da Rede de Educadores-as da Economia Solidária que está em desenvolvimento (ou mapa de educadores-as da economia solidária). No Sudeste temos o nosso mapa e estamos participando da construção do mapa nacional, que incorporará o mapa do Sudeste.


Qualquer duvida sobre a participação virtual por favor entrar em contato

 



KAIRÓS/CAPINA - OFICINA DE PRÁTICAS DE COMERCIALIZAÇÃO

19 de Abril de 2012, 21:00, por KADIO SERGE ARISTIDE - 0sem comentários ainda

Olá parceiros(as),

No mês de Julho, o Instituto Kairós e a Capina realizarão a “OFICINA DE PRÁTICAS DE COMERCIALIZAÇÃO DE PRODUTOS DA AGRICULTURA FAMILIAR E ECONOMIA POPULAR SOLIDÁRIA” com apoio da Secretaria de Desenvolvimento Territorial do Ministério do Desenvolvimento Agrário(SDT/MDA) e da Evangelischer Entwicklungsdienst (EED) – Serviço das Igrejas Evangélicas na Alemanha para o Desenvolvimento.

A primeira edição desta Oficina foi realizada em São Paulo, em dezembro de 2011, e agora estão abertas as inscrições para novos participantes.

A proposta da OFICINA é trabalhar questões sobre comercialização de produtos da agricultura familiar e economia popular solidária, em diálogo com a prática dos participantes, abordando os temas necessários e apresentando ferramentas para a realização das vendas e demais etapas da comercialização, de forma integrada aos elementos do comércio justo e solidário e do consumo responsável.

 

A OFICINA é voltada para técnicos, formadores ou assessores de entidades que trabalhem com produtos da agricultura familiar e da economia popular solidária.

 

O curso tem carga horária de 40 horas e será oferecido no período e local descritos abaixo:

Período: de 02 a 06/07/2012 (a confirmar)

Local: Colégio Assunção, Santa Teresa, Rio de Janeiro

 

Os interessados devem enviar mensagem até o dia 30 de abril para [email protected], para que possamos dar sequência ao processo de inscrição. Aqueles que sinalizarem interesse receberão uma ficha de inscrição que deverá ser preenchida e entregue até o dia 07 de maio de 2012. O resultado da seleção dos participantes será divulgado em 15/05/2012.

 

Seguem em anexo mais informações sobre a Oficina. Pedimos que leiam atentamente e, se houver alguma dúvida, entrem em contato.

 

Grande abraço,

Equipe Kairós e Capina



Libro: Economía Social y Solidaria. El trabajo antes que el capital, José Luis Coraggio, 2011

15 de Fevereiro de 2012, 22:00, por KADIO SERGE ARISTIDE - 0sem comentários ainda

 Hola Françoise,

    Te mando el pdf de todo el libro. Espero que te sirva. Miguel

On 16/02/2012 14:48, Francoise Wautiez wrote:

                                                                                            <Castellano>
Abya-Yala/UPS Publicaciones, Ecuador

Economía Social y Solidaria. El trabajo antes que el capital

José Luis Coraggio, 2011

 

Economía social y solidaria es un proyecto de acción colectiva para reinstitucionalizar la economía en función de la reproducción y desarrollo pleno de la vida de todos.
Contenido :
1.- Prólogo 
2.- Introducción 
3.- Economía del trabajo : una alternativa racinal a la incertidumbre 
4.- Sostenibilidad 
5.- ¡Es posible otra economía sin política ? 
6.- La economía social y la búsqueda de un programa socialista para el siglo XXI 
7.- Territorio y economías alternativas 
8.- La economía popular solidaria en el Ecuador 
9.- Principios, instituciones y prácticas de la economía social y solidaria 
10.- Bibliografía

 economia-social.pdf

-- 
****************************
Miguel Yasuyuki Hirota
[email protected]
OLCCJP: http://www.olccjp.net
Blog: http://mig76en.wordpress.com/
(with link to other languages)
http://migjp2003.wordpress.com/
(in English and Spanish)
Skype name: migjp2003
MSN: [email protected]


Circular e Convocatória: Cúpula dos Povos na Rio+20

15 de Fevereiro de 2012, 22:00, por KADIO SERGE ARISTIDE - 0sem comentários ainda

[email protected] representantes no Fórum Brasileiro de Economia Solidária, coletivos estaduais, redes, organizações e gestores públicos de Economia Solidária,

 

Entre 20 e 22 de junho de 2012, no Rio Centro – Barra da Tijuca/RJ, acontecerá a Conferência da ONU, mundialmente conhecida como Rio+20. Este é o evento oficial dos Governos, com o objetivo de estruturar propostas para garantir o compromisso político internacional para o desenvolvimento sustentável.

Os povos de diversas partes do planeta (movimentos sociais, organizações ambientalistas, de defesa dos direitos humanos etc) estarão reunidos em um evento paralelo à Conferência da ONU, chamado de Cúpula dos Povos por Justiça Social e Ambiental contra Mercantilização da Vida e da Natureza, e faremos ecoar a nossa voz.

O Fórum Brasileiro de Economia Solidária participa na construção deste evento paralelo e quer traduzir a perspectiva de práticas econômico-solidárias frente ao capitalismo, confrontando a Economia Verde, querendo dialogar com as diferentes perspectivas das demais redes/movimentos sociais e levar a nossa realidade na construção de um mundo sustentável e solidário.

A Cúpula dos tem por objetivo ser um espaço de fortalecimento no processo de ação das redes e organizações que trabalham na construção deste outro mundo possível, que desenvolvem resistência e que constróem alternativas viáveis (culturalmente, socialmente, economicamente, ambientalmente). Será, portanto, um espaço livre da presença das corporações e configurará: afirmação de lutas, construção de convergências mais amplas, apresentação de denúncias, mobilização para o presente e futuro, visibilidade de práticas em um processo que não pretende ser estanque.

É urgente a necessidade de denunciar as falsas soluções, especialmente aquelas que surgem como “economia esverdeada”. Não podemos nos deixar enganar por uma lógica que continuará promovendo a violência contra pessoas, contra os diferentes territórios, contra as diferentes culturas, contra o meio ambiente, reafirmando a mercantilização de tudo, com a única condição de continuar realizado o acúmulo de Capital, do lucro individual corporativista.

 Economia Verde é o novo sinônimo para desenvolvimento sustentável na perspectiva das grandes empresas e do Capitalismo. Um novo nome para as velhas práticas predatórias da natureza e do trabalho humano. O velho capitalismo agora “pintado” de verde. Portanto, não dialoga com aquilo que entendemos ser pertinente ao estabelecimento do Bem-Viver.

 Em uma lógica contrária à Economia Verde, promovemos práticas econômicas sustentáveis, cooperativas, inclusivas, democráticas, vislumbrando uma outra forma de viver em sociedade e de construir política. Precisamos difundir esta lógica, dialogar com parceiros, pois há quem reconheça nossas práticas como viáveis, mas que não sabem como desenvolvê-las em suas bases. A economia solidária deve ser a Economia dos Povos, é a verdadeira Economia da Sustentabilidade, do presente e do futuro.

 No sentido de aproximar a Cúpula dos Povos de nossas bases e de internalizar a perspectiva dos debates que estamos construindo, enviamos estacircular e convocatória.

 

Convocamos as redes e organizações da Economia Solidária a apresentarem a partir de cada eixo definido na IV Plenária do FBES, o que temos de inovador e transformador, confrontando o Capital e avançando na luta antissistêmica, traçando perspectivas possíveis de respeito mútuo e bem viver. Que nos apontem com práticas, textos e documentos de mobilização por onde devemos caminhar. Queremos sensibilizar o mundo a esta nova economia que promove a sustentabilidade e o desenvolvimento integral dos povos.

 

Seguem algumas informações que podem contribuir na preparação de delegações, na integração dos Fóruns/Coletivos Estaduais/Redes com os Comitês Locais da Cúpula, para organização de eventos interligados à Cúpula, etc. Será importante mobilizarmos as diferentes forças da Economia Solidária, do campo e da cidade, homens e mulheres.

 

Em anexo informações.

 Minuta_de_Circular_e_Convocatória_FBES_Rio__20.pdf

Atenciosamente,

 

Coordenação Executiva

Fórum Brasileiro de Economia Solidária



Oficina On Line com EES Amigos de Xica

10 de Abril de 2011, 21:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

O EES Amigos de Xica depois de varias injeções de ânimo e estimulo digital motivacional a empreendedora Xica de Ribeirão das Neves esta atualizando seu perfil individual e esta ativando o perfil do EES no cirandas.net. Dificuldade na ocilação da rede de internet de baixa qualidade.



Interagindo com EES Arte Brilho

10 de Abril de 2011, 21:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Nossa queria Ceição do EES Arte Brilho ja esta construindo seu perfil no cirandas.net, com dificuldade no acesso a Internet mas com Força de vontade e muita garra com certeza o Grupo ira ter sua pagina recheada de informações.



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