A Cooperativa tem por objetivo a promoção econômica e social por meio de ajuda mútua, libertando os cooperados (produtores e consumidores) do comércio intermediarista, visando a defesa e o bem-estar dos seus associados, da comunidade em geral e da natureza como um todo, através da comercialização, produção e beneficiamento de produtos, tendo em vista a melhoria de qualidade e preço dos mesmos ou facilidades no seu abastecimento aos associados.
Sendo assim a cooperativa segue os princípios da Economia Solidária, tendo como base a autogestão e sendo formada por pessoas dispostas a consumir produtos de boa qualidade e oriundos de uma produção socialmente justa, ambientalmente sustentável e biologicamente saudável.
Sobre o dia mundial das mulheres!
8 de Março de 2010, por Diogo Ferreira de Almeida Rêgo - Sem comentários aindaMulheres fazendo uma outra economia acontecer: Economia Solidária
*Por: Dina Lopes
Sendo a significada de Economia Solidária “Organização da casa” não poderia ter um significado tão familiar para nós mulheres, as mais pré-dispostas a organizar a casa em que vivemos que é o nosso planeta. Dialogando com a humanidade de uma forma que possamos privilegiar, o ser humano (a) com suas diferenças é manter os nossos sentimentos como sinalizador e norteador de valores que compõem a sociedade.
Ao longo dos tempos nos mulheres, (negras, indígenas, brancas) que optamos de alguma forma por estar atuando dentro da economia solidária, temos tentado construir uma sociedade em que os valores humanos pudessem e possa ser considerado como algo essencial e fundamental, para intervir nessa sociedade onde a base é o consumismo. Consumismo esse, que é estimulado pelo sistema capitalista, esse sistema que dita regras é impõem comportamentos (que não condiz com a essência do ser humano), esse sistema que estimula a desigualdade que gera a pobreza e miséria, que estimula a desigualdade entre homens e mulheres que gera a violência doméstica.
A partir de uma perspectiva de rever atitudes, tais como rever as relações com a natureza, rever as relações inter-pessoal, rever as relações de gênero, rever as relações de classes, reverem as relações étnicas raciais, assim a economia solidária se consolida.
É importante dizer que nós mulheres (em especial as mulheres negras) fomos às primeiras personagens da história a perceber que uma outra forma de relação econômica é possível. Essa relação de cooperação já era fala das mulheres negras escravizadas, que após obter sua liberdade como muito custo, trabalhavam como quituteiras e outros trabalhos, para conseguir dinheiro e comprar a liberdade dos seus que ainda se encontravam nas condições de escravizados. Ainda hoje continuamos a produzir muito e somos a maioria deste movimento. Os diversos tipos de produção solidária sejam os trabalhos manuais, com nossos trabalhos culinários, acadêmicos ou outros nos permitem conhecer todos os espaços e tempo da Ecosol.
Nós as mulheres da economia solidária, estamos dispostas a arrumar a casa, com o nosso discernimento, entendemos que outra forma econômica é possível, e essa forma é a economia solidária.
Saudamos os cem anos do dia Internacional da Mulher, e convocamos todas (os), que se junte a essa proposta de mudança e quebra de paradigma.
Saudações Solidárias ao 08 de Março.
*Dina Lopes é baiana, atuante do movimento Rastafari; do movimento de mulheres; faz parte do Fórum Metropolitana de Economia Solidária; estudante de sociologia.
DIVULGAÇÃO FEIRINHA DO DIA 13.03.10!!
8 de Março de 2010, por Diogo Ferreira de Almeida Rêgo - Sem comentários ainda
Divulgação da Feira 06.03!!!
2 de Março de 2010, por Diogo Ferreira de Almeida Rêgo - Sem comentários ainda
Veja o que a RedeMoinho está planejando para 2010!
16 de Janeiro de 2010, por Diogo Ferreira de Almeida Rêgo - Sem comentários ainda


