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Eu, militante de ecosol/RJ há mais de 10 anos e sempre lutando pela vitória de todos. Depois de anos de luta, conseguimos a legalização do conselho estadual de ecosol do Rio de Janeiro , é uma pequena barreira que conseguimos atravessar.

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Rio de Janeiro

19 de Janeiro de 2010, 22:00 , por Sérgio Trindade - | Ninguém está seguindo este artigo ainda.

Educadora Popular Cyntia Matos

9 de Agosto de 2017, 11:52, por Sérgio Trindade - 0sem comentários ainda

Nome: Cyntia Matos Pereira Irineu Negócio: Educadora Popular Área de Negócio: Educação e empoderamento feminino Município: Duque de Caxias Contato: cyntiamatos@gmail.com Cyntia Matos, 38 anos, é moradora da cidade de Duque de Caxias, localizada na Baixada Fluminense, e é formada no curso de Pedagogia, na Universidade do Grande Rio (UNIGRANRIO), a qual concluiu no ano de 2009. Esbanjando simpatia, conta que nunca exerceu sua função de pedagoga pois via que, muitas vezes, alguns métodos escolares não funcionavam e não ajudavam os alunos a produzir de uma maneira mais eficiente. O ponto de partida o qual fez perceber seu talento para empreender foi quando conheceu o grupo “Economia solidária”, em sua cidade, onde começou a frequentar as reuniões e se engajar mais na área de empreendedorismo. Suas principais ideias sempre foram voltadas para a relação mulher x sociedade. Sempre pensando em como trabalhar a mulher, Cyntia se perguntava, muitas vezes, o porquê da desigualdade de gênero em questões salariais, no âmbito da economia e em como a mulher se comportava na sociedade. E foi dessa vontade de conhecer mais que começou a estudar, no próprio grupo de formação Economia Solidária, sobre educação popular e mulheres, onde estudou durante 2 anos. E foi através de uma amiga carinhosamente chamada de Tia Angélica é que pode conhecer a ONG Asplande e todos os seus ideais, onde foi a confirmação de que trabalharia com a área de empreendedorismo e mulheres. Após alguns anos de convivência e aprendizado na Asplande, conseguiu, junto a outras militantes da economia solidária, propor a implantação do “Programa Asplande Rede Cooperativa de Mulheres Empreendedoras da Baixada”, que, já no seu primeiro ano, lançou o prêmio de mulheres empreendedoras da Baixada chamado “Prêmio Tia Angélica”, em homenagem a amiga e que este ano, terá sua segunda edição. Hoje, com o perfil de educadora e empreendedora social, ela oferece palestras e ajuda mulheres a se tornarem empreendedoras em todo o estado do Rio de Janeiro. Além de educadora, existe um outro projeto que ela apoia durante 4 anos, juntamente a AMAC (Associação de Mulheres com Compromisso Social), onde visa as questões de violência doméstica e desigualdade. Cyntia conheceu a AMAC quando a associação recebeu o Prêmio “Dandara” há 4 anos, prêmio que acontece todo mês de março, no qual a Asplande presta uma homenagem a 25 empreendedoras do estado do Rio de Janeiro. Nessa ONG, ela atua na área de empreendedorismo e empoderamento feminino. Hoje, os principais desafios são as questões financeiras devido o deslocamento da sua casa para diversas regiões do Rio. Como trabalha como voluntaria, muitas vezes esses trabalhos não são remunerados e, com isso, acaba dificultando o transporte. Uma forma de amenizar essa situação é o artesanato. Cyntia é artesã e divide seu tempo na criação de bolsas, que acabam ajudando-a financeiramente. Sempre buscando conhecimento, além dos diversos cursos feitos, ela foi indicada pela Asplande para estudar na Universidade das Quebradas, UFRJ, onde lá discutem sobre temas e assuntos de identidade social, desigualdades e assuntos relacionados a isso. Hoje, seus principais objetivos são: aprender um segundo idioma, que, para ela, é essencial para alcançar e alavancar qualquer carreira e com isso, fazer seu trabalho em outros países, conhecendo outras culturas e explorando mais o setor internacional. E o segundo objetivo seria a implantação de seu projeto “hortas comunitárias” e “hortotecas“, que tem como estrutura a ideia de melhor alimentação, integração das crianças aos alimentos a culinária e a agricultura familiar, dentro das bibliotecas comunitárias localizadas na sua cidade. Apesar de ela achar que é um projeto a longo prazo, o semblante de alegria e determinação é nítido, mostrando-se uma pessoa visionária e que acredita no sucesso de projetos comunitários e reconhecimento do gênero feminino.



Maria Isabel dos Santos Cardoso / MULHER GUERREIRA

17 de Julho de 2017, 14:45, por Sérgio Trindade - 0sem comentários ainda

Maria Isabel dos Santos Cardoso, baiana de Salvador 68 anos moradora de Bangu há cerca de 50 anos, é a vitalidade em pessoa. Fez faculdade de Serviço Social e pós-graduação em Recursos Humanos. Além de tudo isso, é artesã e cria produtos como brincos, colares, pulseiras e tiaras, além de acessórios de decoração e utilidades para o lar, como as cestas produzidas através do trabalho com piaçava. Coordena há 25 anos a Associação de Mulheres da Comunidade Kolping de Vila Aliança, instituição que oferece cursos profissionalizantes como cabeleireiro, informática e carpintaria. Ao perceber que após os cursos de formação as mulheres e pessoas que passavam pela instituição não avançavam com as técnicas aprendidas, resolveu criar uma ação que promovesse geração de renda. Inicialmente o grupo tinha 12 mulheres e hoje contam com cinco membros atuantes. Era final dos anos 90, mais precisamente entre 1996/1997, e para fortalecer a proposta da geração de renda para aquelas artesãs, a parceria com a Ong PACS (Políticas Alternativas para O Cone Sul), começou a expor em várias feiras e espaços onde era possível comercializar seus produtos, com o que para elas era uma grande novidade, a moeda social. Um dos locais onde ocorreu a possibilidade de expor foi em uma feira realizada no Museu da República no Catete. Era interessante porque tiveram uma experiência interessante com a Feira de Trocas Solidárias. Isabel conta que supria muitas necessidades das mulheres, pois trocavam por muitos produtos que estavam precisando e não podiam comprar. Outra parceria conquistada foi com a Abong (Associação Brasileira de Ongs), que viabilizou a troca de experiências com grupos de vários estados. Na contínua busca por parcerias, conheceu a Asplande através de Paulo Borges, colaborador e educador da instituição, parceria que Isabel faz questão de celebrar, indo já para mais de 20 anos. Conta que a Asplande foi fundamental na criação e consolidação da Rede da Zona Oeste. Antes diz ela, reuniam-se em casas ou em espaços cedidos por parceiros e até embaixo de árvores em praças públicas. A empreendedora fala com muita sabedoria que não dá para se trabalhar isolado e parceria como a Asplande, promove a formação e a autonomia das mulheres, colaborando muito para o crescimento da comunidade. Criada em 2000, a Rede de Sócio-Economia Solidária da Zona Oeste Campo Grande e Rio de Janeiro, consolida-se em 2007 para dar mais força ao trabalho de centenas de artesãs. A dificuldade da comercialização do artesanato e sua pouca valorização no Brasil são, segundo Isabel, um desperdício de talentos que aparece e some por falta de oportunidades de vendas. Pensa que se as mulheres trabalhassem em casa, produzindo artesanato, diminuiriam o risco de perder as crianças para o tráfico. Apesar dos desafios, e das dificuldades de se conseguir financiadores para manter os professores e instrutores da Associação que preside, Isabel não desiste do sonho de ampliar as atividades da instituição, pois há uma grande demanda na comunidade. Salienta que a participação na Asplande é importante, para a formação, embora a distância seja um grande dificultador da participação de muitas artesãs, para ela a prioridade é o crescimento dos empreendimentos e das empreendedoras. Se anima com a criação de postos de comercialização que só aconteceram por conta da articulação e parceria da Asplande com o Metrô Rio. O primeiro ponto foi na Uruguaiana, e começou com cerca de 12 artesãs. O segundo ponto de venda é na Estação Cidade Nova e agrega 36 artesãs expondo e vendendo. Finaliza dizendo que a parceria com a Asplande tem essa longa história por possuir segundo Isabel, uma filosofia, uma sintonia com sua instituição e com o que ela própria acredita e vive, que é a formação e o estímulo que as mulheres recebem para que coloquem em prática e cresçam.



Espalhe o nome dos 50 senadores que aprovaram a reforma trabalhista

12 de Julho de 2017, 0:51, por Sérgio Trindade - 0sem comentários ainda

Aécio Neves (PSDB-MG) Ana Amélia (PP-RS) Antonio Anastasia (PSDB-MG) Airton Sandoval (PMDB-SP) Armando Monteiro (PTB-PE) Ataídes Oliveira (PSDB-TO) Benedito de Lira (PP-AL) Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) Cidinho Santos (PR-MT) Ciro Nogueira (PP-PI) Cristovam Buarque (PPS-DF) Dalirio Beber (PSDB-SC) Dário Berger (PMDB-SC) Davi Alcolumbre (DEM-AP) Edison Lobão (PMDB-MA) Eduardo Lopes (PRB-RJ) Elmano Férrer (PMDB-PI) Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE) Flexa Ribeiro (PSDB-PA) Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN) Gladson Cameli (PP-AC) Ivo Cassol (PP-RO) Jader Barbalho (PMDB-PA) João Alberto Souza (PMDB-MA) José Agripino (DEM-RN) José Maranhão (PMDB-PB) José Medeiros (PSD-MT) José Serra (PSDB-SP) Lasier Martins (PSD-RS) Magno Malta (PR-ES) Marta Suplicy (PMDB-SP) Omar Aziz (PSD-AM) Paulo Bauer (PSDB-SC) Raimundo Lira (PMDB-PB) Ricardo Ferraço (PSDB-ES) Roberto Muniz (PP-BA) Roberto Rocha (PSB-MA) Romero Jucá (PMDB-RR) Ronaldo Caiado (DEM-GO) Rose de Freitas (PMDB-ES) Sérgio Petecão (PSD-AC) Simone Tebet (PMDB-MS) Tasso Jereissati (PSDB-CE) Valdir Raupp (PMDB-RO) Vicentinho Alves (PR-TO) Waldemir Moka (PMDB-MS) Wellington Fagundes (PR-MT) Wilder Morais (PP-GO) Zeze Perrella (PMDB-MG)



Reforma trabalhista é aprovada no plenário da Câmara

11 de Julho de 2017, 20:18, por Sérgio Trindade - 0sem comentários ainda

 O texto base da reforma trabalhista foi aprovado na noite da quarta-feira 26 depois de mais de 10 horas de discussões, rejeição de requerimentos e obstrução da oposição. Ao fim da votação, 296 deputados federais aprovaram a proposta e 177 foram contra. Além do texto principal, há 17 destaques apresentados pelos partidos que ainda serão analisados. O texto do relator Rogério Marinho (PSDB-RN), que substituiu aquele enviado pelo governo, altera mais de 100 artigos da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) e cria ao menos duas modalidades de contratação: a de trabalho intermitente, por jornada ou hora de serviço, e o chamado teletrabalho, que regulamenta o “home office”. Além disso, acordo e convenção prevalecerão sobre a lei em 16 pontos diferentes, como jornada de trabalho, banco de horas anual, intervalo de alimentação mínimo de meia hora, teletrabalho, regime de sobreaviso e trabalho intermitente. Poderão ser negociados ainda o enquadramento do grau de insalubridade e a prorrogação de jornada em ambientes insalubres, sem licença prévia do Ministério do Trabalho. O texto contempla ainda o fim da contribuição sindical, mas cria impeditivos para a terceirização. FGTS, 13º salário, integralidade do salário e férias proporcionais foram assegurados. Foram apresentadas 32 emendas no plenário. O relator acatou três delas de forma parcial. Outras duas já tinham sido acatadas no substitutivo apresentado. As demais emendas foram rejeitadas pelo relator. Entre as mudanças feitas está a dispensa de depósito em juízo para recorrer de decisões em causas trabalhistas. O benefício será para as entidades filantrópicas e sem fins lucrativos, para as empresas em recuperação judicial e para os que tiverem acesso à justiça gratuita. Na atribuição de indenização em ações por danos morais relacionados ao trabalho, ele cria uma nova faixa de penalidade pecuniária para a ofensa considerada gravíssima. Nesse caso, ela será de 50 vezes o salário contratual do ofendido. A ofensa de natureza grave será penalizada com indenização de até 20 vezes o salário. Quanto ao mandato do representante de trabalhadores em comissão representativa junto à empresa, Marinho retirou a possibilidade de recondução ao cargo, cuja duração é de um ano. Mais cedo, durante a leitura do parecer, o relator Rogério Marinho (PSDB-RN) afirmou que “a reforma trabalhista dá mais segurança jurídica às relações de trabalho e moderniza uma legislação que já tem 70 anos sem tirar direitos trabalhistas”. Gravidez Em relação ao texto da comissão especial divulgado anteriormente, Marinho mudou as regras que permitem a possibilidade de trabalhadoras gestantes ou lactantes continuarem a exercer atividades em ambiente insalubre. Ela poderá continuar a exercer atividades que tenham sido consideradas adequadas mediante laudo de médico de sua confiança. Se não for possível se manter na atividade, a gravidez será considerada de risco e ela será afastada de suas atribuições com recebimento de salário pelo INSS, nos moldes da licença-maternidade. Tentativa de adiamento e obstrução Ao longo da sessão o plenário da Câmara dos Deputados rejeitou dois requerimentos da oposição que pediam o adiamento da votação do projeto de lei da reforma trabalhista. Houve tentativa também de votar o texto de forma parcelada, requerimento também rejeitado. Além disso, os partidos de oposição obstruíram a discussão e a votação da proposta. PT, PSB, PDT, SD, PCdoB, Psol, Rede e PMB defendiam a retirada de pauta da proposta. O PHS liberou sua bancada. Os demais partidos defenderam que o substitutivo aprovado pela comissão especial fosse analisado. Os deputados contrários à reforma trabalhista protestaram com cartazes que mostram a foto de uma carteira de trabalho com os dizeres: “Quem vota não volta”, em uma menção à possível dificuldade de reeleição de deputados que votarem favoravelmente à reforma. 



APROVADO A PEC 241

25 de Outubro de 2016, 23:39, por Sérgio Trindade - 0sem comentários ainda

Câmara aprova em segundo turno PEC que limita gastos públicos por 20 anos

Depois de mais de sete horas de discussão e obstrução da oposição, o plenário da Câmara dos Deputados aprovou na noite de hoje (25), em segundo turno, o texto principal da proposta de emenda à Constituição (PEC) 241/2016, que limita os gastos públicos pelos próximos 20 anos à correção da inflação do ano anterior. Foram 359 votos a favor, 116 contrários e duas abstenções. Seis destaques ao texto apresentados pela oposição ainda precisam ser votados.

Pouco antes de encerrar a votação, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), mandou que a Polícia Legislativa retirasse das galerias cerca de 50 manifestantes que protestavam contra a aprovação da PEC.

Câmara aprova em segundo turno PEC que limita gastos públicos por 20 anos Câmara aprova em segundo turno PEC que limita gastos públicos por 20 anos Ao orientar os deputados da base governista a votarem a favor da aprovação da PEC, o líder do governo, deputado André Moura (PSC-SE), disse que a limitação de gastos é fundamental para a retomada do crescimento econômico e do emprego e para o fim da recessão. Segundo Moura, a PEC não mexe nos recursos das áreas prioritárias como a saúde e a educação.

Desde o início da discussão da PEC dos Gastos Públicos, a oposição critica a medida e diz que a limitação vai retirar recursos das áreas sociais, principalmente da saúde e da educação. Os governistas rebatem os argumentos e garantem que não haverá cortes nessas áreas.

Para que a PEC 241 seja encaminhada para discussão e votação no Senado, os deputados precisam agora votar os destaques ao texto.

Manifestantes protestam no plenário contra a PEC Manifestantes protestam no plenário contra a PEC O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e os aliados do governo esperam concluir a apreciação da PEC na Casa em novembro para que a proposta seja promulgada e passe a fazer parte da Constituição Federal.



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