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Notícias

12 de Janeiro de 2009, 22:00 , por Desconhecido - | 1 pessoa seguindo este artigo.
Notícias publicadas no portal oficial da UFRB e clonadas nessa comunidade.

Projeto Coral UFRB inscreve servidores, alunos e comunidade até dia 03 de maio

25 de Abril de 2019, 18:19, por UFRB - Universidade Federal do Recôncavo da Bahia - 0sem comentários ainda

Formado por servidores, alunos e comunidade externa, o Coral UFRB abre inscrições no período de 29 de abril a 3 de maio, sujeitas à disponibilidade de vagas, para novos integrantes da comunidade interna e/ou externa da UFRB (Universidade Federal do Recôncavo da Bahia). Os interessados, desde que tenham dezoito anos ou mais, com ou sem experiência musical, devem preencher a ficha de inscrição.

No preenchimento da ficha de inscrição, que poderá ser enviada para o e-mail [email protected] ou entregue na PROEXT, o candidato deve escolher o dia e horário mais conveniente e assinalar o agendamento de teste vocal.

O teste vocal é rápido e simples e será aplicado pelo regente do Coral na PROEXT nos dias 7 e 8 de maio.

O Coral UFRB existe há mais de uma década e é um espaço de acolhimento, amizade e muita música. Composto por um coro a quatro vozes que executa repertório variado com ensaios fixos semanais, o Coral realiza diversas apresentações, tanto no meio acadêmico como em diversos eventos, comunidades e festivais.

Mais sobre o coral em https://www2.ufrb.edu.br/cantocoral

Mais informações pelos telefones: (75) 3621-3857/ 99916-0554 / 99143-9422



UFRB abre inscrição para intercâmbio de estudantes de graduação na França

25 de Abril de 2019, 12:47, por UFRB - Universidade Federal do Recôncavo da Bahia - 0sem comentários ainda

A Superintendência de Assuntos Internacionais (SUPAI) da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) abre inscrição para o edital de seleção de estudantes dos cursos de Agronomia e Engenharia Sanitária e Ambiental (ESA) que queiram fazer intercâmbio acadêmico na França, no âmbito do Programa CAPES/Brafagri.

O período do intercâmbio será de 12 meses, de setembro de 2019 a junho de 2020, com a concessão de bolsas de estudos na modalidade graduação-sanduíche, incluindo o custo do deslocamento, a taxa de instalação e o seguro saúde.

A inscrição dos interessados acontece até o próximo dia 10 de maio com o envio da documentação exigida (listada abaixo), em formato PDF,  para o e-mail: [email protected]

O edital prevê 8 vagas, divididas igualmente entre dois projetos: Projeto 1: Bordeaux Sciences Agro, Agrosup Dijon, Vetagro Clermont Ferrand (4 vagas) e  Projeto 2: Ensat Toulouse, Supagro Montpellier, Engees Strasbourg (4 vagas).

São requisitos para o estudante participar da seleção ser do curso de Agronomia ou ESA cursando no mínimo o 6º período no semestre 2019.1; ter sido aprovado com, no mínimo, 600 pontos no ENEM; ter índice de rendimento acadêmico igual ou superior a 7,0; ter sido aprovado no Edital de Pré-seleção para o Programa CAPES/BRAFAGRI e  participado da formação em Francês pela UFRB.

Documentos exigidos: Histórico escolar atualizado; Documento comprobatório do Enem (no mínimo 600 pontos); Ficha de inscrição (anexo); Carta de motivação explicando o interesse pela mobilidade acadêmica nas Instituições Francesas parceiras;

Currículo Lattes com comprovação de documentos; Plano de estudos preenchido e para mobilidade acadêmica, com base na Instituição francesa de interesse e em modelo anexo; Termo de compromisso assinado conforme modelo anexo.

PROJETO 1 AGRIFAM: Agricultura Familiar: Inovação para Produção Sustentável e Segurança Alimentar.

ANEXO 1 - PROGRAMA CAPES - BRAFAGRI. PROGRAMA CAPES - BRAFAGRI. 

Termo de compromisso - Programa de Mobilidade Acadêmica Internacional.Programa de Mobilidade Acadêmica Internacional.



UFRB participa do relançamento da Frente pela Valorização das Universidades Federais

25 de Abril de 2019, 12:30, por UFRB - Universidade Federal do Recôncavo da Bahia - 0sem comentários ainda

A Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), representada pelo reitor Silvio Soglia, participou no último dia 24 de abril, do relançamento da Frente Parlamentar pela Valorização das Universidades Federais, no Auditório Nereu Ramos, no Congresso Nacional, em Brasília.

O evento reuniu 75 deputados federais, cinco senadores, o presidente da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), Reinaldo Centoducatte, reitores e vice-reitores de IFES de todo o país, além de representantes da União Nacional dos Estudantes (UNE), da Associação Nacional dos Pós-Graduandos (ANPG) e de entidades sindicais.

Parlamentares, reitores e entidades relançam frente pela valorização das universidades federais.Parlamentares, reitores e entidades relançam Frente pela Valorização das Universidades Federais.

A Frente Parlamentar pela Valorização das Universidades Federais é presidido pela deputada federal Margarida Salomão (PT-MG), ex-reitora da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF); e conta com a coordenação colegiada dos deputados federais Alice Portugal (PCdoB-BA), Danilo Cabral (PSB-PE), Edmilson Rodrigues (PSOL-PA) e Túlio Gadêlha (PDT-PE).

Para requerimento de criação e instituição, uma frente parlamentar necessita do apoio de, pelo menos, 1/3 de membros do Poder Legislativo.

A frente deve acompanhar as ações governamentais e institucionais voltadas às universidades federais; dar celeridade na liberação de recursos financeiros e orçamentários que visem à implementação de programas e políticas públicas dirigidas às universidades federais, promover e participar de debates públicos, que tenham como objeto as universidades federais; apresentar proposições junto ao Poder Legislativo Federal, bem como valorizar atividades de ensino, pesquisa e extensão desenvolvidos nessas universidades; e promover a valorização da atuação social e econômica desempenhadas pelas universidades federais.

Para o reitor da UFRB, Silvio Soglia, esse relançamento da Frente Parlamentar tem uma importância fundamental neste momento de conjuntura política nacional em que as instituições federais de ensino estão submetidas. “Foi um evento muito marcante com a presença de mais de setenta parlamentares, cinco senadores, muitos dos quais fizeram uso da palavra e fizeram a defesa clara e veemente da necessidade da existência, da manutenção e da ampliação das universidades, como vetor de desenvolvimento nacional”.

João Salles, reitor da UFBA, Lídice da Mata, deputada federal e Silvio Soglia, reitor da UFRB.João Salles, reitor da UFBA, Lídice da Mata, deputada federal e Silvio Soglia, reitor da UFRB.

"Considero que a partir desse momento histórico, pautas e projetos importantes para as universidades terão um melhor acolhimento no Congresso Nacional como a recomposição dos orçamentos das universidades, da defesa da autonomia, da democracia no ambiente universitário e da garantia de que as universidades tenham um tratamento diferenciado no que tange ao papel no desenvolvimento econômico, científico e tecnológico do País – essas questões ficaram muito ressaltadas e relevantes nas falas dos congressistas", explicou o reitor da UFRB.

Segundo ele, as falas dos congressistas reafirmaram “como a universidade pode contribuir de fato para o desenvolvimento do País a partir de sua missão com a formação humanística, do desenvolvimento tecnológico e profissional”. "Os deputados ressaltaram esse pensamento e acho isso fundamental, neste momento em que vivemos", afirmou Soglia.

Para ele, a Frente Parlamentar se amplia com o relançamento político e por ser ampla, suprapartidária e plural em relação aos espectros ideológicos dos congressistas participantes. “Uma frente com essa missão será muito benéfica para as universidades federais e, por extensão, para a sociedade brasileira”.

Rankings

As universidades federais estão entre as melhores colocadas nos rankings nacionais e internacionais de produção científica e são as principais responsáveis pela maior parte da produção científica do Brasil, perfazendo 95% da produção total da ciência no país.

As instituições geram uma gama de equipamentos públicos e serviços que atendem à população nas mais diversas áreas, como saúde, educação e cultura.

A cerimônia de relançamento da frente teve início com a exibição de um vídeo produzido pelo Colégio de Gestores de Comunicação das Universidades Federais, órgão ligado à Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), que destaca as atividades de ensino, pesquisa e extensão desenvolvidas pelas universidades federais.

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Obra de professora da UFRB é vencedora da 3ª edição do Prêmio Thomas Skidmore

24 de Abril de 2019, 12:37, por UFRB - Universidade Federal do Recôncavo da Bahia - 0sem comentários ainda

A primeira edição do livro foi publicada em 2016 pela Edufba e se destacou pelo interesse internacional.

A obra “Temores da África: segurança, legislação e população africana na Bahia oitocentista” de autoria da professora Luciana da Cruz Brito, do colegiado de História da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), foi a vencedora do Prêmio Thomas Skidmore 2018. O resultado foi anunciado pela comissão julgadora desta edição e publicado no Diário Oficial da União no último dia 17 de abril.

“Esse prêmio é a celebração de uma importante conquista profissional. Mulheres como eu, a todo o momento, ainda recebem mensagens de desencorajamento à escrita por diversas razões. Seja sob o argumento de que nossa escrita, nossa narrativa e perspectiva da história não é algo importante ou seja ainda sob o argumento que, de tão comprometida com ‘nossos próprios interesses’, não pode obedecer aos protocolos de pesquisa e escrita acadêmica, o que é um equívoco enorme”, destaca a autora, afirmando-se como uma historiadora negra, nascida em Salvador e oriunda das classes trabalhadoras.

Publicada em 2016 pela Editora da Universidade Federal da Bahia (Edufba), “Temores da África: segurança, legislação e população africana na Bahia oitocentista” é uma obra que traça um paralelo entre dois eventos que projetaram sombra duradoura sobre os temas da escravidão e do racismo no século XIX: a lei de abolição do tráfico negreiro de 1831 e a repressão aos africanos libertos, que se dava através da aplicação de leis que tinham por objetivo controlar e punir a população africana da Província.

Comissão Julgadora do Prêmio Thomas Skidmore - Edição 2018 (Foto: Arquivo Nacional).

“É um livro que faz parte de uma tradição historiográfica preocupada em entender, e chegar o mais perto possível, a realidade de homens e mulheres escravizados e libertos e que viviam sob o estigma da escravidão. Ao mesmo tempo em que reconhecemos a violência, a perseguição, o papel das leis que tinham um impacto na maioria das vezes negativo sob o cotidiano da comunidade africana, também buscamos entender como estas pessoas tinham vontades, planos, projetos políticos, afetividades e também discordâncias”, explica Luciana. “É um livro sobre lutas, sobre relações complexas, busca por autonomia e malabarismos que poderiam (ou não) garantir uma vida livre e autônoma, e digna se possível”, resume.

Do ponto de vista historiográfico, a obra versa a respeito da falta de garantia de direitos negados aos africanos libertos na Bahia imperial e de como eles tensionavam a sociedade escravista para viver melhor e afirmar suas vontades. A análise tem como pano de fundo Salvador, um dos maiores centros urbanos escravistas desde o fim do século XVIII. Para tanto, a autora reconhece como fundamental o trabalho de pesquisa no Arquivo Público do Estado da Bahia (APEB), que abriga um importante acervo para a história das pessoas negras na Bahia e no Brasil. “Sem o APEB essa pesquisa não seria possível. Portanto, o prêmio reafirma a importância dos nossos arquivos para a pesquisa, escrita e acesso à história do país”, diz.

Luciana Brito é professora adjunta da UFRB desde 2016, vinculada ao Colegiado de História.

Outro aspecto que Luciana destaca é o caráter político da premiação. “Em tempos em que vivemos uma disputa pelas narrativas históricas, inclusive relativizando o horror que foi a escravidão e sobre quem se beneficiou dela, o prêmio significa o reconhecimento da importância de uma pesquisa baseada em fontes, fruto de análises muito sofisticadas e complexas, baseadas em debates historiográficos intensos que ocorreram no Brasil e nos Estados Unidos”, defende. “Embora estejamos falando do século XIX no livro, volto a dizer, num momento de disputa pelas narrativas históricas, um prêmio dessa importância que reconheça um trabalho dessa natureza é fundamental”, afirma.

Sobre a autora - Graduada em história pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), Luciana realizou mestrado e doutorado na mesma área na Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e pela Universidade de São Paulo (USP), respectivamente. Além disso, tem pós-doutorado no departamento de história na City University of New York (CUNY) como bolsista da Andrew W. Mellon Foundation. A autora estuda, particularmente, a área de história da escravidão e abolição nas Américas numa perspectiva transnacional e comparada, com ênfase no Brasil e Estados Unidos.

Desde 2016, Luciana é professora adjunta da UFRB e acredita que a obra, somada a outras tantas escritas por colegas, além das atividades e pesquisas que são levadas a cabo na instituição, reafirmam a qualidade dos profissionais da Universidade, sobretudo do Centro de Artes, Humanidades e Letras (CAHL). “Todos os dias estamos fazendo trabalho de excelência, com maior ou menor visibilidade, e contribuindo para o avanço científico e intelectual do País. O meu trabalho é um dentre vários que, cotidianamente, reafirmam a importância da UFRB, não só para o Recôncavo baiano, mas para o Brasil”, disse.

A edição 2018 teve como tema a questão racial no Brasil e contou com 24 obras inscritas. 

Prêmio Thomas Skidmore - Promovido pelo Arquivo Nacional e a Brazilian Studies Association (BRASA), o prêmio homenageia o brasilianista norte-americano e professor emérito da Brown University. Nessa 3ª edição, a iniciativa acolheu obras publicadas em língua portuguesa entre os anos de 2013 a 2017 sobre a temática da questão racial no Brasil. O tema corresponde à obra clássica de Thomas Skidmore, cujo título é “Preto no Branco: raça e nacionalidade no pensamento brasileiro (1870-1930)”, resultado de um estudo pioneiro realizado nos anos 70.

Como requisitos, as obras concorrentes ao Prêmio Thomas Skidmore também devem apresentar conteúdo autoral e de interesse internacional. 24 tiveram inscrição validada em 2018. O livro escolhido será republicado nos Estados Unidos, com recursos pagos pela BRASA. Para menção honrosa foram selecionados os livros “Constitucionalismo brasileiro e o Atlântico negro: a experiência constituinte de 1823 diante da Revolução Haitiana”, de autoria de Marcos V. Lustosa Queiroz, e “Água de barrela”, de autoria de Eliana Alves Cruz.

Com informações da Edufba e do Arquivo Nacional.



UFRB comercializa excedentes de origens animal e vegetal em Cruz das Almas

24 de Abril de 2019, 12:04, por UFRB - Universidade Federal do Recôncavo da Bahia - 0sem comentários ainda

A Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) comercializa várias mudas para reflorestamento e arborização; composto orgânico e substrato; e animais vivos como ovinos e caprinos - produtos excedentes de origens animal e vegetal resultantes das atividades de pesquisa, ensino e extensão no âmbito da Fazenda Experimental do Centro de Ciências Agrárias Ambientais e Biológicas (CCAAB), em Cruz das Almas.

A visitação dos interessados nos produtos pode acontecer até o próximo dia 31 de maio.

A UFRB oferece mudas para reflorestamento e arborização de Açaí; de Ipê amarelo de bola;  de Ipê branco; Ipê roxo de bola; de Jasmim do caribe; de Jatobá; de Mogno africano; de Mogno brasileiro; de Moréia; de Moringa; de Murta; de Nim; de Palmeira elegante; de Palmeira Fênix; de Palmeira Leque de espinho; de Palmeira Leque de Fiji; de Palmeira Rabo de peixe; de Palmeira Rabo de raposa; de Palmeira triangular; de Palmeira-de-manila; de Pata de vaca; e de Sabiá. Os preços variam de R$ 1,00 até R$ 15,00.

A Fazenda Experimental do CCAAB oferece dez sacos de esterco bovino; dez de esterco caprino; e dez de esterco ovino. O saco de 60 litros de qualquer tipo de esterco é comercializado a R$ 10,00.

Estão sendo comercializados animais vivos como cinco ovinos, mestiço de Santa Inês; e vinte caprinos. No caso dos pequenos animais, a venda será realizada nas condições em que se encontram, não cabendo ao CCAAB/UFRB qualquer responsabilidade quanto à retirada, transporte e pagamento de impostos.

A instituição não se responsabilizará por despesas de transporte dos materiais adquiridos e nem fará em nenhum momento reserva dos mesmos.

Mais informações entrar em contato com FazExp do CCAAB, no Núcleo de Apoio Administrativo, localizado na Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, Campus Universitário de Cruz das Almas, Bahia, Rua Rui Barbosa, nº 710, Cruz das Almas, Bahia. Telefone: (75) 3621-3301 ou (75) 99931-8510.

Comunicado de Venda Pública de Excedentes 003/2019.



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