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12 de Janeiro de 2009, 22:00 , por Desconhecido - | 1 pessoa seguindo este artigo.
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III Encontro da Rede Nacional dos Grupos de Consumo Responsável

31 de Agosto de 2015, 15:52, por Lirca - 0sem comentários ainda

Durante os dias 7, 8 e 9 de agosto, nosso projeto Uilikandé foi convidado a participar pela primeira vez do III Encontro da Rede Nacional dos Grupos de Consumo Responsável, organizado pelo Kairós, em São Pedro (perto de Piracicaba).

Foi bem legal: saímos com as energias renovadas e com muita vontade de seguir trabalhando nesse projeto em que tanto acreditamos, sabendo que somos muitas as pessoas que estamos na mesma linha, muitos parceiros e parceiras lutando pelos mesmos objetivos (agroecologia, autogestão...) não só aqui pertinho, em Ubatuba mesmo, mas também por todo o Brasil...

Assim como publicou o Instituto Kairós nesse enlace, "o evento contou com várias atividades, dentre as quais:

  • Apresentação do resgate sobre o histórico da Rede Nacional de GCR;
  • Trocas de experiências e debates sobre os desafios e conquistas dos GCRs ao longo do tempo;
  • Apresentações de trabalhos realizados pelo Kairós em parceria com alguns GCRs que atuam como “Bases de Serviço em economia solidaria”, dentro do projeto com a Senaes/MTE, como estudos de viabilidade econômica, plano de logística e pesquisa comparativa de preços de hortalicas em cidades de diversas regiões do pais, esta última a ser lançada em breve;
  • Bate-papo com produtores do Rede Guandu (GCR de Piracicaba) sobre como é participar de um GCR;
  • Avaliação e continuidade do software para os GCR, disponível no Cirandas.net a partir da criação de uma comunidade, utilizado pelos GCRs: Bem da Terra/RS, Uilikandé/SP, Rede Agroecologica Caiçara/SP; ComerAtivaMente/SP e RedeMoinho/BA;
  • Apresentação do Portal do Consumo Responsável, em desenvolvimento pela Cooperativa EITA, que pretende ser um espaço para busca de práticas, portal de notícias e acervo de materiais sobre o tema, além de estar linkado à um aplicativo de celular – o Responsa – para integração das práticas e busca de produtos e serviços em todo o país, que segue em pré-teste;
  • Participação dos GCRs no Sistema Nacional do Comércio Justo e Solidário (SCJS) e cadastro no CADSol (Cadastro Nacional de Empreendimentos Econômicos Solidários);
  • Debate sobre a identidade nos termos consumo responsável e Grupo de Consumo Responsável, buscando um vínculo mais permanente e a possibilidade de mais ações em conjunto;
  • E ao final do encontro houve uma plenária de encaminhamentos, em temas como: agendas, logística conjunta; coordenação, continuidade e modo de integração à Rede.

Dentre os destaque dos debates, além da interação constante, foi a percepção de que a Rede já acumula diversas ações em conjunto e pretende aprofundar as mesmas, como a realização de outras pesquisas e levantamentos conjuntos sobre o tema; e a troca de experiências e aprendizados frente aos desafios comuns relacionados à continuidade e crescimento das práticas. A reflexão sobre as identidades presentes tambem abriu um quadro amplo que contempla uma transversalidade de lutas e de ações junto à movimentos sociais diversos (como economia solidária, agroecologia e reforma agrária). Durante a discussão afloraram aspectos como a critica ao padrão de consumo e produção dominantes, ao monopólio e contaminação na agricultura pelas grandes empresas e a necessidade de buscar aproximar mais aliados para a proposta do consumo responsável, popularizando-o, sejam consumidores, grupos e agricultores, num exercicio político de pratica diária.

Os 22 GCR presentes foram: de São Paulo – Coletivo de Consumo Rural Urbano (CCRU), Coletivo de Consumo Rural Urbano – Solidariedade Organica (CCRU Solo), ComerAtivaMente, Consumo Consciente ABC, CSA Brasil, Direto da Roça, Movimento de Integração Campo Cidade (MICC), Rede Agroecológica Caiçara, Rede Agroecológica de São Carlos, Rede Guandu, Rede Trem Bão, Trocas Verdes, Uilikandé; do Rio de Janeiro – Rede Ecológica; do Ceará – Grupo de Consumidores Responsáveis do Benfica; do Rio Grande do Sul – Feira Virtual Bem da Terra; da Bahia – RedeMoinho; do Amazonas – Rede Tapiri; de Minas Gerais – Rede Terra Viva, Raízes da Mata; do Mato Grosso – Sistema Canteiros de Comercialização Sociossolidária Agroecologica (Cantasol), Sistema de Comercialização Solidária (SISCOS); além da participação do Faces do Brasil e Cooperativa Eita."

Para mais informações acesse:

Canal no youtube com acervo de vídeos dos GCRs

 

 



1a Reunião organizativa da Feira de trocas de Ubatuba: Sem Reais

25 de Agosto de 2015, 16:57, por Lirca - 0sem comentários ainda

Ressaltado em amarelo, as tarefas para todxs ;)

 

I Reunião organizativa da Feira de trocas de sementes e mudas (e outros produtos e serviços) de Ubatuba.

Segunda-feira, 24/8/2015, no Jardim Cultural.

Hora de começo: 15h15.

Hora fim: 17h15.

Participantes: Taína e Jeff (Casa da Taína); Fabiano (Jardim Cultural); Lilo e Lirca (Uilikandé).

 

Nome escolhido pra feira: "SEM REAIS Ubatuba" "I Feira de trocas de sementes,mudas, saberes... e tudo mais!”

Data e horário da 1a Sem Reais: Sábado, 26 de setembro de 2015 | Das 10h às 17h

Local: Jardim Cultural (R.Guarani, 345 | Bairro: Itaguá, Ubatuba – SP)

Nome: outras opçoes que foram comentadas → feira do rolo, trocaUba, troca de sementes e vivências... Quanto à opção "Sem reais", brincar com a imagem e as palavras: R$100 dentro de um símbolo de proibido; sem Reais (dinheiro) = mais reais (de verdade); etc.

 

Vamos fazer a feira na via pública, no espaço em frente à praia. Se chover, entramos no Jardim.

Fabiano: apresenta possibilidade de fazer uma horta comunitária (já previsto como projeto do Jardim Cultural, assim como têm em Taubaté). Ele vai perguntar pra Prefeitura sobre as permissoes. Provávelmente começaremos a horta só na Feira seguinte.

 

Infraestrutura:

  • mesas pra feira de trocas → Jardim Cultural disponibiliza

  • som (2 caixas) → Jardim Cultural disponibiliza

  • geladeira Banco de sementes → o Lilo disponibiliza uma. Temos que achar uma outra geladeira para outra proposta do Jardim Cultural (querem ativar uma geladeira livre, onde quem tiver, pode colocar alimentos que qualquer pessoa vai poder pegar, quando quiser). O Jardim Cultural disponibiliza o espaço e a eletricidade para as geladeiras ficarem funcionando depois da Sem Reais. Lirca passa pelo calçadão para ver se as lojas querem doar, em troca de colocar o logo no cartaz, mas se conseguirmos entre todxs achar alguém que queira doar (divulgarmos pelo facebook, etc, para ver se aparece algum particular querendo doar), muito melhor.

  • cartazes para colocar na rua e no espaço da feira durante a feira → vamos fazer com material reciclado como papelão, flores de garrafas pet, madeiras, bisnagas, pinturas... vamos precisar ir guardando qualquer material desse tipo entre todxs e vamos fazer um mutirão para elaborar os cartazes e arranjos (arranjos como a caixinha para cobrir custos de oficinas que tenham custos de material, etc.) alguns dias antes da Feira (anunciaremos data e lugar por e-mail e facebook). Lilo talvez possa conseguir sprays.

 

Oficinas:

  • Para termos tempo de divulgar a Sem Reias, combinamos que vamos fechar a programação de oficinas entre todxs até essa sexta-feira (28/8/2015), quando o Fabiano vai enviar ao artista gráfico do Jardim o conteúdo do cartaz que combinarmos. Pra isso, não vamos colocar os horários das oficinas no cartaz, mas só os títulos-conteúdos (precisamos só confirmar quem vai dar qual oficina, mas não em qual horário, por enquanto).

 

A parceria proposta pela Prefeitura, a imaginamos e aceitamos positivamente para:

  • viabilizar o transporte de palestrantes de Cunha e Paraty até Ubatuba

  • doação de mudas

  • divulgação (site da Prefeitura e outros) do cartaz elaborado pela gente.

Preferimos prescindir da parceria proposta para:

  • realização com mão de obra para o dia do evento (pois todxs estamos aí trabalhando voluntariamente e/ou autogestionariamente, sem relaçoes de trabalho assalariado)

  • elaboração de cartaz com ajuda da comunicação da prefeitura (a gente prefere fazer e evitar possível confusão). Precisamos que nos enviem o logo deles para que a gente coloque como apoiadores (Lirca dá resposta à proposta da Prefeitura e pede logo).

 

A regularidade das feiras, duas opçoes:

  • no mínimo, vamos fazer uma Feira a cada trimestre, no primeiro sábado depois da mudança de estação (que nem essa primeira feira: 1º sábado depois do 21 setembro), para acompanhar as diferentes épocas de plantio de mudas e sementes, roupas diferentes segundo época do ano, etc.

  • possibilidade de fazer uma Feira mensal, se tiver muita demanda.

Decidimos ver como nos sentimos durante essa primeira feira e decidirmos em conjunto no dia da feira mesmo, em algum momento do Microfone aberto**, apresentaremos a feira Sem dinheiro, o Banco de sementes, e aí decidimos.

**Microfone aberto: momento/s do dia em que diversos projetos terão 5 minutos para apresentar seus projetos (para compartilhar sua experiência, expôr dificuldades e buscarmos soluçoes conjuntas, buscar parcerias...) ou onde as pessoas poderão apresentar suas ideias de projetos para ver se surgem outras pessoas interessadas em executá-las em conjunto.

Pensamos que é melhor que inscrevamos os projetos antes, pra organizarmos por temas e divulgarmos os horários: organicosubatuba@gmail.com, mas quem não conseguir se inscrever e quiser apresentar, simplesmente apareça!

 

O Banco de sementes:

  • o Jardim disponibiliza espaço e eletricidade, quando consigamos a geladeira (achamos que é necessária, para evitar que estraguem as sementes por causa da umidade),

  • temos que ter uma rotatividade de pessoas para dar e receber as pessoas/sementes e levar o registro,

  • fixar um dia/semana para dar/receber pra não atrapalhar o trabalho do Jardim,

  • tirar uma foto de cada pessoa que pega sementes para fazermos um mural quando passar um ano (a idéia é pegar uma quantidade e trazer de volta o dobro da quantidade retirada pra alimentar o banco).

 

Divulgação, organização, links e contatos:

Coincidimos em que essa feira é algo organizado assambleariamente entre a Casa da Taína, o Jardim Cultural, o Uilikandé e pessoas pertencentes a diversos coletivos e projetos que não puderam participar da primeira reunião organizativa, mas que confirmaram sua vontade em participar da organização: Sati e Eloiza (da Feira de trocas de Ubatuba), Karina e Rafael (Ponto de Recolhida-PR- do Uilikandé: Espaço Terra Viva), Ana (PR do Uilikandé: Espaço Caetê), Andréa (Coletivo Mixgenaçao), Priscilla Chuen, Maria Capai, Vivian Kadry... Contamos com todxs vocês e por isso compartilhamos a ata, para seguirmos organizando a Feira colaborativamente, entre todas as pessoas que quisermos construí-la.

 

Pra nos comunicarmos:

  • Grupo de coordenação: nos comunicamos por e-mail, não todxs usam facebook (pode escrever pro e-mail de alguém da coordenação pra entrar na lista).

 

Fanpage casa da Taína: https://www.facebook.com/casadataina

Grupo do facebook do Uilikandé: https://www.facebook.com/groups/uilikande/?fref=ts

Fanpage do Jardim Cultural: https://www.facebook.com/ojardimculturaluba?fref=ts

Grupo do facebook da Feira de trocas: https://www.facebook.com/groups/feiradetrocadeubatuba/?fref=ts

Link explicaçao da feira no Cirandas: https://cirandas.net/uilikande/blog/i-feira-de-trocas-banco-de-sementes-coletivo-uilikande-ubatuba

Link da enquete pra escolher data da feira (enquete fechada, o dia escolhido foi 26 de setembro): http://doodle.com/syziu3me4p6fwunn#table

 

 

1a reuniao pra organizaçao da 1a Sem Reais, no Jardim Cultural

 



Coco seco

24 de Agosto de 2015, 17:23, por Lirca - 0sem comentários ainda

O Cido ressolveu colher os frutos dos coqueiros que plantou há anos no Araribá e que esse ano, estavam bem carregados:

Entre escadas e varas de bambú, conseguiu tirá-los e daí, começou a tarefa de descascá-los, furar pra tirar a água e abrir pela metade pra tirar a carne e degustar no intervalo do almoço de um dia duro de roça (isso, antes de colocar nas cestas, pra assim termos certeza que estão... hmmmMMmmmm: uma delícia!!)

 

 

 

 



Mutirão espontâneo na Chácara Terra Preta

24 de Agosto de 2015, 14:08, por Lirca - 0sem comentários ainda

Algumas das dificuldades que se encontram na vida da roça estão ligadas à aquisição das maquinas que ajudam nos trabalhos pesados da terra...

Aqui em Ubatuba, a Secretaria Municipal de Agricultura, Pesca e Abastecimento, dispoe de vários equipamentos para uso das agricultoras e agricutores do município (trator, roçadeira, microtrator-Tobata) que deveriam ser levados e trazidos pela prefeitura até as roças, em vez de ficarem parados na Secretaria.

A Chácara Terra Preta, alaga com facilidade. Na semana passada, devido à previsão de chuva para essa semana, era importante fazer os canteiros, pois quando alaga, a Tobata não pode trabalhar porque atola (que nem a gente!). Já que pedimos a Tobata, explicando que era urgente, mas não conseguimos, decidimos subir os canteiros na mão.

Por sorte, na terça, contamos com a ajuda de um mini-mutirão improvisado, que ajudou MUITO... Uma amostra a mais de que não dá pra contar com o poder público e suas burocracias, mas sim com as pessoas: o Cido e eu estamos MUITO agradecidos, VIVIAN, DANILO E FERRAN!! Sem vocês, agora teríamos que esperar à terra secar, para começar a fazer os canteiros e teríamos perdido com certeza a época de plantio...

 

A Vivian, marcando os canteiros

A Vivian, marcando os canteiros (com arame e bambú).

 

Danilo e Cido fazendo os canteiros

O Danilo, o Cido e o Ferran fazendo os canteiros, onde tínhamos marcado previamente.

Vivian, Ferran e Cido, fazendo canteiros

 



Não ao PL 249/2013

20 de Agosto de 2015, 11:09, por Lirca - 22 comentários

Gravação do "debate" no Aquário de Ubatuba, 13 de agosto de 2015, disponibilizada pelo projeto Ciência Aberta Ubatuba:

https://archive.org/details/parte1-dialogo-SEMA-Ubatuba-13082015
https://archive.org/details/parte2-dialogo-SEMA-Ubatuba-13082015
https://archive.org/details/parte3-dialogo-SEMA-Ubatuba-13082015

 

"O projeto de lei de autoria do governador Geraldo Alckmin na prática entrega à iniciativa privada uma série de unidades de conservação, incluindo o Parque Estadual da Ilha Anchieta, o Parque Estadual da Serra do Mar/Núcleo Picinguaba e a APA Marinha.

(...)Essa tendencia a resistir ao projeto de autoria do governador Geraldo Alckmin (PSDB) ficou clara em uma reunião ocorrida no Aquário de Ubatuba com um representante do governo estadual sobre o Projeto de Lei. Do lado ubatubense estavam presentes conselheiros municipais, artistas, cientistas, educadores, políticos de diferentes partidos e tendências, pessoas de diversos bairros, todos unânimes, claramente contra a venda (ou aluguel por 30 anos prorrogáveis) da floresta para empresas privadas.

Pessoas muito importantes, porém, estavam ausentes, justamente as mais interessadas em rechaçar o projeto. As comunidades caiçaras, indígenas e quilombolas que vivem em áreas do parque passíveis de serem concedidos ao Capital, caso o projeto seja aprovado."

http://www.informarubatuba.com/#!reunio-pl-249-15-/cyey

 

 

"De autoria do governador Geraldo Alckmin, o projeto e a emenda prevêem a concessão por 30 anos à iniciativa privada de todas as unidades de conservação do Estado de São Paulo, incluindo parques, estações ecológicas, estações experimentais, hortos e áreas de preservação ambiental. No caso de Ubatuba, isso inclui o Núcleo Picinguaba do Parque Estadual da Serra do Mar. Além de não contemplar a autonomia dos municípios em gerir suas áreas que, mesmo sendo de preservação ambiental, são territórios municipais, o projeto de lei ainda inclui o Parque da Ilha Anchieta, cujo domínio é do governo federal. Em 2013, o município solicitou a posse desse espaço para transformá-lo num parque municipal, regulamentando a questão territorial da Ilha Anchieta.

“O poder econômico não pode se sobrepor ao interesse social local e dos povos e comunidades tradicionais de Ubatuba”, destacou o prefeito Mauricio durante a reunião. “O governo do Estado já tem conhecimento acumulado para não repetir o erro que foi feito em 1977, quando da criação do Parque Estadual da Serra do Mar”. A instituição desse parque expulsou grande parte das comunidades que habitavam essas áreas, que perderam sua autonomia e foram habitar nas cidades em condições precárias de vida.

Vários participantes manifestaram que, da forma como está, o PL 249/2013 não resolve os problemas concretos de gestão dos parques que existem hoje e deixa margem para que grandes corporações nacionais ou internacionais assumam o controle do território, prejudicando as comunidades caiçaras, quilombolas e indígenas que vivem ali.

O PL continua a tramitar em regime de urgência na Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo mesmo frente às contestações apresentadas em 15 de junho deste ano pela Secretaria de Meio Ambiente da Prefeitura de Ubatuba à Secretaria Estadual de Meio Ambiente e à Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Assembleia Legislativa. Na ocasião, o município já reivindicava prioridade na concessão da gestão, sem a realização de licitação, uma vez que a natureza pública deve se impor a qualquer interesse privado para tal concessão".

http://www.ubatuba.sp.gov.br/mais-noticias/prefeitura-de-ubatuba-reitera-posicao-contraria-frente-a-concessao-de-parques-para-iniciativa-privada/

https://secure.avaaz.org/po/petition/Governador_Presidente_da_Assembleia_e_Deputados_Estaduais_de_Sao_Paulo_TODOS_CONTRA_A_PRIVATIZACAO_DAS_UNIDADES_DE_CONSE/?fZTlEib&pv=2 

https://www.change.org/p/deputados-de-s%C3%A3o-paulo-rejeitem-o-projeto-que-permite-explora%C3%A7%C3%A3o-predat%C3%B3ria-de-%C3%A1reas-florestais-geraldoalckmin-governosp-fernandocapez-robertotripoli?recruiter=361623748&utm_campaign=signature_receipt_twitter_dialog&utm_medium=twitter&utm_source=share_petition