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BanSol pede ajuda!

Ottobre 5, 2011 21:00 , by Vicente Aguiar - 22 comments | No one following this article yet.
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Companheiros e companheiras!

Mesmo não fazendo mais parte do BanSol enquanto membro, tenho colaborado com os atuais membros que lutam para a renovação desta entidade. Escrevo este e-mail em nome dos atuais membros que estão iniciando um processo de conhecimento do BanSol e solicitam nosso apoio.

A alguns meses o BanSol tem conversado com a diretoria da Escola de Administração da UFBA sobre a sua sala. Existe uma demanda da Escola de utilizar a sala do BanSol para colocar o seu Arquivo. Inicialmente, conversava-se sobre o BanSol subir para o terceiro andar, o que consideramos totalmente inadequado. Em meio a reforma da escola e de um período de desmobilização interna, autorizamos acolher o arquivo temporariamente. Contudo, agora existe uma demanda por retirada dos materiais do BanSol da nossa querida sala 04, inclusive sob ameaça de alienação dos bens.

Diante disto, gostaríamos da ajuda de todos companheiros para reverter essa situação. Muitos de vocês são ex-membros, outros militantes da Economia Solidária, mas todos sabem da importância de uma entidade estudantil como o BanSol, tanto para formação de novos militantes, como para o próprio fomento da Economia Solidária.

Sugerimos a construção de uma carta a ser entregue a Prof. Reginaldo, atual diretor da Escola de Administração da UFBA, contando com o apoio pessoal e institucional dos empreendimento/entidades, companheiros e companheiras. Na medida do possível, também é importante a presença todos nós neste momento da entrega da carta.


Abraços solidários!

Ian de Castro e Maria Oliveira


--
Ian Requião de Castro - 9918 2737
------------------
ITES/UFBA
Incubadora Tecnológica de Economia Solidária e Gestão do Desenvolvimento Territorial
Escola de Administração da Universidade Federal da Bahia
Contato: (71) 3283-7346


22 comments

  • Vicente rede livre minorVicente Aguiar
    Ottobre 6, 2011 10:12

    Comtem comigo!

    Pessoal, no que precisar, estamos juntos! :)


  • 52a73e5aa00b0ab1cf07b4635c7fd301?only path=false&size=50&d=404Cléber Dias(utente non autenticato)
    Ottobre 6, 2011 13:56

    A FAVOR DA MANUTENÇÃO DO BANSOL NA EAUFBA

    O bacharel em administração é reconhecido pela sua formação ampla e diversificada. Contudo, isso não representa superficialidade ou carência de expertise numa determinada área. A visão sistêmica desse profissional permite uma melhor compreensão da realidade e lhe proporciona condições de focar a atenção na identificação e solução de problemas, demonstrando agilidade na apreensão de novos conhecimentos, o que lhe confere a destreza necessária para tomada de decisão.
    Não se trata de um super profissional, se trata de um profissional preparado para lidar com as adversidades dos tempos contemporâneos. Não se trata de um profissional que nasceu para ser chefe, se trata de um profissional preparado para gerir – gerir pequenas ações ou gerir grandes organizações.
    Em virtude disso, e para garantir isso, é fundamental que esse profissional em seu estágio de formação – na graduação principalmente – possa dispor de diferentes oportunidades de exercitar e vivenciar aplicações decorrentes das teorias e instrumentos colocados na sala de aula. Esse exercício é fundamental para a formação de um profissional com as características citadas.
    Com isso pergunta-se: quais os espaços de experimentação aplicada existentes na Escola de Administração da UFBA? Em que organizações dentro da Escola os estudantes podem se confrontar com a realidade e gerar uma “reflex-ação” e assim retornar para os seus professores questões atuais, concretas e observáveis? Em que espaços se pode exercitar a identificação de problemas, o levantamento de soluções alternativas, a tomada de decisão e aplicação de soluções quando ainda se está aprendendo?
    Na minha estadia na Escola de Administração da UFBA conheci apenas duas organizações que existiam para isso: Empresa Jr. e BanSol. Havia sim, atividades de extensão e pesquisa, mas essas não estavam disponíveis a todos e não eram contínuas (as atividades de extensão), fazendo que com essas duas organizações estudantis tivessem um papel fundamental na aplicação (descobertas, tentativas, erros acertos) dos conhecimentos científicos disponíveis.
    O BanSol nos permitiu enfrentar novos paradigmas, nos permitiu olhar e, em certa medida, compreender a dinâmica de organizações pouco abordadas no curso, mas que se expandem rapidamente na sociedade: ONGs, cooperativas, associações de produção, associações políticas, grupos e movimentos sociais e diferenciadas formas de organização coletiva e popular.
    Numa sociedade em que cresce o número de organizações que não tem como objetivo maior a lucratividade, mas que buscam atingir seus objetivos de forma eficiente, como dispensarmos um espaço de aprendizado (prático) como o BanSol? Numa sociedade em que a participação de indivíduos em todos os processos sociais busca extrapolar a democracia representativa, como podemos considerar um local, como o BanSol, que exercita a todo momento os processos participativos dispensável? E mais: como dispensar um instrumento de apoio – falo aqui ainda do BanSol – à formação desse administrador do novo tempo?
    O BanSol permite a formação de um profissional que vê a organização como um instrumento de mudança, porque no BanSol entende-se que cada individuo é “estratégico” e que cada “colaborador” traz consigo uma oportunidade de melhoria. Pode-se aprender ainda mais: que a “efetividade” das ações é alcançada com o envolvimento dos “invisíveis” e, que as organizações diferenciadas ou alternativas, muitas vezes marginalizadas, podem guardar soluções novas para velhos problemas.
    Com o BanSol o estudante pode inclusive conhecer um tipo de organização que ele não quer trabalhar, com a qual ele não se identifica, mas que com certeza ele vai saber como lidar, ele vai saber quais os pressupostos que a guiam e assim, exercitar o relacionamento com diferente tipos de organizações e variados tipos de atores sociais.
    O BanSol permite ao estudante perceber que a administração não é um mero conjunto de instrumentos, permite ao estudante verificar que o administrador não está restrito a um tipo de organização, permite ao estudante perceber porque é tão importante uma formação ampla, permite ao estudante perceber que a gestão, antes de mais nada, é uma ação política.
    Não há nada mais saudável para uma universidade que manter e estimular espaços dedicados ao aprendizado extraclasse, que promovam a renovação das discussões em sala, que tragam novas abordagens ao conhecimento científico, e acima de tudo, que estimulem a “virtude política” nos futuros profissionais, de diferentes cursos, como fez com aqueles aos quais nos chamamos: bansolinos.
    Cléber Dias da Silva Júnior
    Bansolino e Bacharel em Administração pela Universidade Federal da Bahia.


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