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1º Feira Solidária Inácio Monteiro - Banco Comunitário Paulo Freire

7 de Agosto de 2011, 21:00 , por NESOL USP - 0sem comentários ainda | Ninguém está seguindo este artigo ainda.
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No dia 31 de julho de 2011, aconteceu a 1º Feira Solidária Inácio Monteiro e segundo Representantes do Banco Comunitário Paulo Freire foi muito satisfatória e valeu todos os esforços para o evento. Em parceria com a Paróquia Sagrado Coração de Jesus e apoio dos técnicos do NESOL/USP o evento se deu em clima de festa com musica ao vivo e diversas barracas contendo produtos que foram produzidos na região como: bijuterias, artesanatos, bebidas, comidas diversas, tecidos de cama mesa e vestuários.
Segundo uma das organizadoras Maria das Dores Ferreira, “Por ser o primeiro evento desse tipo ainda temos muito que melhorar e estamos trabalhando pra isso”, as moedas que circularam na feira foram os Freires (Moeda Social) e muito mais pessoas puderam ter acesso a ela, com isso, o intuito é que a Feira seja mais uma alternativa de geração de trabalho e renda, bem como acontece em outros lugares que já estabelecem um calendário deste tipo de evento.





3 perguntas feitas a Maria das Dores Ferreira, Agente de Desenvolvimento Comunitária e gestora do Banco Comunitário Paulo Freire:




Como surgiu a ideia de organizar uma feira?
“Essa ideia aconteceu depois de uma conversa com os produtores, pessoas da comunidade que fazem crochê, bolos, tem roupas pra vender e fazem chocolates etc. e na realidade não tem onde expor suas mercadorias, então tiveram a ideia da feira, um espaço de convivência e comercialização das mercadorias da comunidade.”
Quais as expectativas positivas que você aponta para uma feira solidária, existem pontos negativos, Quais?
“Pessoas que não possuem renda puderam expor e vender seus produtos, tiveram a oportunidade de ganhar seu dinheiro e viram que vale a pena investirem no potencial humano, não acredito em pontos negativos, paramos com essa ideia de caridade, dar as coisa para as pessoas, começamos a ajudar-las para ganharem o seu próprio sustento dignamente. Ou apenas faltou as pessoas começarem a acreditar que é possível, nossa comunidade tem potencial vamos começar a incentivar isso mais vezes.”
Na sua avaliação quem ganha com esse tipo de evento?
“Nossa comunidade ganhou, nós do banco comunitário ganhamos experiência, todos nós ganhamos com esse evento, de certo mais experiência. Eu acredito no poder da união do povo, quando estamos juntos nós conseguimos ir muito longe e se acreditarmos em nós e corremos atrás do nosso sonho vamos longe!”

(foto de Tami El Fakin)

 





 

 

 


Categorias

Alimentação, Artesanato, Crédito e finanças, Desenvolvimento territorial, Finanças Solidárias, Produção, comercialização e consumo, São Paulo
Tags deste artigo: bancos comunitários moeda social

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