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Descrição

16 de Março de 2015, 10:45 , por Iago Itã - 0sem comentários ainda | Ninguém está seguindo este artigo ainda.
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No século XVII, o português Arkileu deu origem ao nome da localidade de Cacha Pregos associando-o às palavras “caixa” e “peixe-prego”. O motivo desta associação está na presença desta espécie de peixe que costuma ficar presa nas poças (como caixas) das águas marinhas da praia de Cacha Pregos. Essa história está orgulhosamente registrada em um monumento de pedra em forma de livro, na rua do Porto.

 

Segundo moradores, Cacha Pregos tem entre 3.000 e 4.000 habitantes. Um dos maiores destinos trurísticos da Ilha de Itaparica, especialmente frequentadas por visitantes nos finais de semana e nos meses de janeiro e julho.

 

A atividade econômica de Cacha Pregos está, predominantemente, relacionada à pesca de subsistência. Moradores costumam frequentar pequenos espaços (praças, bancos de pedra, bares, etc) visando interações interpessoais.

 

 

O distrito de Cacha Pregos é constantemente visitado, em finais de semana e férias, por veranistas, principalmente soteropolitanos, que mantém casas geralmente localizadas na Rua da Praia e suas imediações. Além de veranistas com segundas residências, a presença de turistas oriundos de outros estados brasileiros, bem como de outras nacionalidades, ocorre, sobretudo, nos meses de alta estação.

 

 

Uma importante característica de cacha Pregos é o encontro do rio com o mar, o que cria um cenário belíssimo, cercado de manguezais e areais.

 

A praia  de 6 km de extensão, caracteriza-se pelas águas transparentes e tranquilas que são propícias para um banho ao lado de um lindo pôr-do-sol. Em sua frente, está a Ilha do Amor e Morro de São Paulo. O mar é propício a passeios de barco que encantam os visitantes e fortalecem o turismo náutico local. O roteiro do barco normalmente inclui visita à Ilha do Amor, Barra do Garcês, Mangabeira, Catu, Fonte do Tororó e Manguezais, lugares de águas claras e bonitos bancos de areia.

 

 

Os admiráveis manguezais, também utilizados pelos moradores para pesca de subsistência, se estendem de Maragojipe até a praia de Cacha Pregos, onde é possível atracar barcos em segurança.

 

Além da praia e dos manguezais, há em Cacha Pregos o Riacho Itaparica, de aproximadamente 2km de extensão, cuja margem está de frente para a Praça Vergas, na Rua do Porto. Suas águas predominantemente salgadas, de profundidade de 1 a 2 metros, chegam secar quase que totalmente em determinados horários do dia, conforme influência da maré. Em sua margem são atracados dezenas de barcos de pesca e passeio.

 

Em Cacha Pregos é possível conhecer belíssimos trabalhos de artesãos locais. Destacam-se Manuel do Nascimento Ramos, 55 anos, que ao fazer uma placa de madeira em homenagem à sua filha descobriu e desenvolveu habilidades manuais de dar formas artísticas à madeiras recicladas. Além de placas personalizadas, o artesão elabora peixes, quadros, objetos de decoração que são comercializados em um box na Praça Aginoel A. dos Santos.

 

As obras artísticas de Edmilson “Pirracento” também se destacam em Cacha Pregos. Grandes esculturas de tijolos, cimento, cerâmica e conchas marinhas dão formas a barcos, golfinhos e aves que embelezam a Rua do Porto, a Praça das Vergas e o Riacho Itaparica.

 

Como evento cultural de Cacha Pregos destaca-se a Festa de Santo Amaro (padroeiro local), também conhecida como a Festa de Cacha Pregos. Realizada por meio de parcerias entre a Prefeitura Municipal de Vera Cruz, trade turístico, empreendedores locais e Igreja Católica, o evento se caracteriza como a principal referência festiva do distrito. Além das celebrações religiosas, a festa no Anfiteatro “Cebola” reúne cerca de 4.000 pessoas na rua da praia ao som da música popular brasileira.  

 

Na maioria dos estabelecimentos alimentícios de Cacha Pregos é possível apreciar pratos típicos com sabores relacionados aos frutos do mar, tais como: a moqueca de quarto, feita com siris esquartejados ao tempero de leite de côco e azeite de dendê; o siri catado, temperado com sal e legumes e servido acompanhado com pirão; o caldo da lambreta, petisco preparado por meio de uma mistura do marisco com verduras e legumes; e a pititinga, pequeno peixe servido frito e acompanhado de farofa e salada.

 

 

 

 

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