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Economia Solidária

12 de Janeiro de 2009, 22:00 , por Desconhecido - | Ninguém está seguindo este artigo ainda.
A Economia Solidária Leilão solidário em Belo Horizonte, uma metodologia que cresce para sustentabildade do FBES PDF | Imprimir | E-mail Share on gmail Share on facebook Share on twitter Share on email More Sharing Services 17 de junho de 2013 Por Secretaria Executiva do FBES Durante o lançamento dos projetos Rede Cfes sudeste e da Rede Brasileira de Comercializacão Solidária, o movimento de economia solidária mobilizou mais um leilão solidário para sustentabilidade do FBES. Foram arrecadados quase R$ 250,00 que apoiará a manutenção da sede da Secretaria Executiva do FBES, em Brasília. O leilão contou com a mobilização e animação de Luis, do Fórum de Cooperativismo Popular do Rio de Janeiro. Segue abaixo os principais passos metodológicos de um leilão solidário, mais uma ação de finanças solidárias para a sustentabilidade organizativa do movimento de economia solidária a nível local e nacional. Montar uma comissão organizadora para animar e mobilizar o leilão Agendar e divulgar o leilão em um momento coletivo Convocar empreendimentos de economia solidária e demais participantes a doarem produtos ao leilão, explicando a proposta Com base nas doações montar uma tabela contendo: produto, nome do doador, lance inicial e lance final A comissão anima o leilão, pedindo que os empreendimentos de economia solidária possam explicar como o produto foi feito, suas características e história. Na sequência se convoca os participantes para os lances, e o maior lance leva o produto/serviço Após todos os produtos serem leiloados, é divulgado o saldo final do leilão.

VIª edição da Feira Internacional de Cabo Verde – EXPOTUR 2014

13 de Maio de 2014, 17:14, por janaina - 0sem comentários ainda

A VIª edição da EXPOTUR acontece de 23 a 25 Maio na ilha do Sal, no complexo Turístico Vila Verde na Cidade de Santa Maria e trará no seu segundo dia uma Conferência Internacional sobre o Desenvolvimento do Turismo Sustentável e Economias Criativas na África, evento que contará com a presença de organismos internacionais, tais como a Organização Mundial do Turismo. 

Programação em 

http://www.cplp.org/Files/Billeder/turismo/programa-CITSECA.png

informações em 

http://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:oIoI8WHGY4QJ:www.fic.cv/index.php%3Foption%3Dcom_docman%26task%3Ddoc_download%26gid%3D42%26Itemid%3D99+&cd=4&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br

 


 




Blog Jana Quilombo

3 de Agosto de 2013, 11:43, por janaina - 0sem comentários ainda

Boa tarde amigos sou uma Cirandeira e venho compartilhar com vocês que é imperdível a FAESOL Feira de Economia Solidária da UFRB  que irá ser realizada na UFRB campus cruz das almas do dia 05 ao dia 07. Não percam e guardem uns trocados para aproveitar os produtos comercializados na Feira.



CDEIC aprova PL 4685 por unanimidade, pela política nacional de economia solidária

2 de Julho de 2013, 21:00, por Sérgio Trindade - 0sem comentários ainda

Foi aprovado hoje (3) na Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio, o PL 4685 sobre a Política Nacional de Economia Solidária. A aprovação do parecer do relator do Dep, Afonso Florence ocorreu por unanimidade entre os deputados e deputadas presentes. Esse é um avanço para o movimento de economia solidária que há mais de 10 anos luta e se organiza por uma outra sociedade e economia com base nas práticas de economia solidária.

Veja as falas dos integrantes da comissão no debate sobre o PL 4685: http://www2.camara.leg.br/atividade-legislativa/comissoes/comissoes-permanentes/cdeic/videoArquivo?codSessao=44833 Dentre as falas no plenário, o Dep. Paulo Teixeira trouxe a apresentação do PL 4685, que tem sua autoria junto com outros deputados/as, seguindo pela explanação do Prof. Paul Singer que comentou sobre a experiência de outros países que já tem sua legislação e apoio do estado às práticas de organização coletiva e solidária, como México, Espanha e Equador, e aonde “o Brasil está atrasado nesta questão, o Congresso poderá reverter este atraso hoje para que a economia solidária seja uma política de Estado”. O deputado Ronaldo Zulke trouxe as experiências no Rio Grande do Sul sobre a organização dos trabalhadores/as, “com práticas que longe de sectarismos, tem a ousadia de experiências que trazem resultados extraordinários para um desenvolvimento mais justo e solidário ao país”. A Dep. Luiza Erundina também reforçou a importancia da pauta: “a prática é o critério da verdade, com a criação de alternativas de sobrevivência e riqueza comunitária. Esta casa precisa ouvir as vozes da rua e ter respostas mais ágeis”. O deputado Ângelo Agnolin, presidente da CDEIC, concluiu a pauta aprovada por todos os presentes.

O PL 4685 tramitará agora por mais duas comissões: CFT (Finanças e Tributação) e CCJC (Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania) e depois segue para o senado, sem necessitar de votação em plenário geral da Câmara.



Rio de Janeiro divulga sua carta política da plenária estadual

1 de Julho de 2013, 21:00, por Sérgio Trindade - 0sem comentários ainda

Aos companheiros e companheiras do movimento de Economia Solidária do Brasil e do mundo,

Na perspectiva de organicidade, o movimento de Economia Solidária do Estado do Rio de Janeiro defende a sustentabilidade nas dimensões social, cultural, económica, ambiental e política prezando os valores da solidariedade e cooperação em busca do bem viver. O movimento pauta-se pelos princípios da auto gestão e da autonomia em relação sua organização interna, com o estabelecimento das parcerias com o poder público e entidades sociais. Sendo assim, busca-se a emancipação económica e política através da articulação de redes e cadeias com estímulo ao consumo consciente e comercio justo, fortalecendo e ampliando os espaços solidários.

Na sua relação com o Estado busca-se:

A concretiza??o do marco legal, fortalecendo as ações voltadas a aprovação da Lei Nacional de Economia Solidária;

A criação de conselhos deliberativos de economia solidária, nas esferas federal, estadual e municipal, constituindo e gerindo seus respectivos fundos, prescindindo de assessorias técnicas;

Propor a regulamentação dos instrumentos de finanças solidárias tais como, os fundos rotativos, os banco comunitários, cooperativas de créditos, etc.;

Criar mecanismos para as compras governamentais de produtos e serviços dos EES, semelhantes ao instrumento usado pelo governo federal na aquisição de produtos da agricultura familiar.

Propor que as instâncias públicas desenvolvam as ações através de unidades administrativas intersetoriais;

Desenvolver estratégias de aproximação dos jovens bem como da economia popular, através de metodologias participativas, do uso das mídias (impressa e digital), de manifestações artísticas e redes sociais, disseminando os valores e princípios da economia solidária.

Pretende-se ampliar a articulação política com diferentes movimentos sociais e com os movimentos de economia solidária a nível internacional, dando ênfase a América Latina, tendo as questões de género, raça e etnia e a diversidade como temas estruturantes.

Temos como ações estruturantes do movimento:

Promover a emancipação económica dos EES;

Consolidar a educação popular como opção metodológica no processo de formação em Economia Solidária;

Propor a inclusão da disciplina Economia Solidária nos planos curriculares e pedagógicos;

Visibilizar e valorizar o trabalho realizado pelas mulheres nos EES;

Buscar formas de facilitar o acesso dos EES as politicas públicas ;

Criar mecanismos para que os EES tenham formao para elaborao de projetos para capta??o de recursos e acesso ao SICONV;

Defender a garantia do fluxo de comunica??o entre o FBES e a Secretaria Executiva do FCP (Fórum de Cooperativismo Popular) com o compromisso de repasse das informações aos fóruns municipais e a rede virtual dos empreendimentos económicos;

Criar novos critérios que reconheçam o papel dos fóruns locais nos editais das chamadas públicas de fomento ? Economia Solidária. Na elaboração dos referidos editais, as entidades que se candidatarem aos mesmos, devem ser referendadas pelos fóruns do movimento de Economia Solidária do Estado do Rio de Janeiro em todas as suas instâncias e com paridade nas comissões de avaliação da execução dos projetos de Economia Solidária;

Criação de Centros de Referência de Economia Solidária que tenham como objetivo promover e fomentar o movimento, bem como criar a Secretaria Estadual de Economia Solidária.

O Rio de Janeiro reafirma a Economia Solidária como um movimento social contra hegemônico que acredita num novo modelo de desenvolvimento social e económico e entende que o FBES é uma representação da organicidade dos setores organizados da Economia Solidária.

Baixe a carta em: http://www.fbes.org.br/index.php?option=com_docman&task=doc_download&gid=1691&Itemid=99999999 Veja a ata da Plenária Estadual em: http://www.fbes.org.br/index.php?option=com_docman&task=doc_download&gid=1692&Itemid=99999999



Votação pela aprovação da PL 4686

1 de Julho de 2013, 21:00, por Sérgio Trindade - 0sem comentários ainda

Amanhã comissão da Câmara vota o PL 4685 – pela aprovação! 02 de julho de 2013 Por Secretaria Executiva do FBES

Está previsto para votação amanhã (03/07) o PL 4685 “dispõe sobre a Política Nacional de Economia Solidária e os empreendimentos econômicos solidários, cria o Sistema Nacional de Economia Solidária e dá outras providências”, pelo deputado Afonso Florence, relator do PL na Comissão de Desenvolvimento Econômico Indústria e Comércio (CDEIC). O relatório do deputado solicita a aprovação do PL, colocando que:

O projeto de lei em comento vai ao encontro das aspirações de uma significativa parcela da sociedade que luta pela implantação de um modelo de desenvolvimento mais justo e equilibrado (..) há um atraso que precisa ser urgentemente revertido, considerando também a grande pressão social sobre o tema hoje existente. De fato, isso se reflete na campanha de apresentação de uma lei de iniciativa popular promovida pelo Fórum Brasileiro de Economia Solidária (FBES) e na organização social que cresce a cada ano, acumulando experiências, bem como nas articulações locais e nacionais em fóruns e redes, e na existência de milhares de trabalhadores e trabalhadoras que a cada dia lutam para construir uma sociedade mais digna, solidária e humana (…) A nosso ver, a Economia Solidária precisa ser tomada como política de Estado, e ser considerada em sua importância institucional e estratégica para todas as esferas federativas de forma integrada e articulada.

Esperamos contar com a celeridade da aprovação dos senhores deputados/as desta comissão e das demais comissões que estão por vir. É importante que os militantes do movimento de economia solidária possam dialogar com os deputados colocando esta preocupação.



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Nacional, Agropecuária, Alimentação, Artesanato, Cadeia das sementes, Cadeia do mel, Confecção, fiação e tecelagem, Crédito e finanças, Cultura, Educação e formação, Indústria, Pesca, Reciclagem, Saúde, Turismo