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12 de Janeiro de 2009, 22:00 , por Desconhecido - | 1 pessoa seguindo este artigo.

Fotos

11 de Maio de 2008, 21:00, por Hugo Scabello de Mello - 0sem comentários ainda

 Fotos produtores São Bernardo

Foto IIIFoto VFoto VIFoto VIIFoto VIIIFoto IXFoto XFoto IIFoto produtor I



Acordos do coletivo

9 de Maio de 2008, 21:00, por Hugo Scabello de Mello - 55 comentários

Acordos da cooperativa de consumo ComerAtivaMente: 

Sobre a adesão:
    * O termo de adesão será formado pelas manifestações de interesse públicas através do grupo de correio eletrônico ([email protected] - [email protected]);
    * Não há custo de adesão;
    * O custo mensal de associação é de 8$, 5$ vai para remuneração do trabalho do gestor e 3$ para o fundo coletivo;

Sobre as pagamentos:
    * Utilizamos de recibos simples para registro das movimentações de dinheiro do coletivo;
    * Estes pagamentos podem ser feitos pessoalmente, na itcp, no envelope dentro do livro-ata do coletivo na sala da secretaria, ou por meio de um depósito na seguinte conta: banco nossa caixa, ag. 0969-5, cc. 01-002707-2 (conta do Brisa - muda agora?). Por favor, enviem um correio à gestão ([email protected]) confirmando pagamento, para facilitar a identificação.


Sobre os produtos:
    * 25$, é o valor mínimo da compra de “secos”, na zona cerealista, os produtos são escolhidos da lista atualizada mensalmente. Entregas mensais;
        # Percebemos a diferença recorrente entre o valor que resulta da planilha e o valor real da compra de secos na zona Cerealista, que vem com os recibos de todas as cestas. Isso acontece pela variação de preços entre as três semanas que separam a divulgação da lista e a entrega da cesta. Percebemos também que o desconto de 6% dado ao coletivo pelo lojista cobre o valor dos pedidos. Sendo assim, deliberamos que o coletivo ressarcirá àqueles cujo valor real da compra foi menor que o valor da planilha;
    * Para lista de secos agroecológicos da Rede Vida não combinamos preço mínimo, os produtos também são escolhidos de uma lista atualizada mensalmente. Entregas mensais;
    * A cesta de verduras orgânicas custa 20$ por mês (12$ vai para os produtores, 6$ para o EES Sementes da Paz e 2$ de imposto) e é composta por 3 variedades. As entregas são feitas semanalmente as quartas;
    * A cesta "feira" custa 80$ por mês (48$ produtores,24$ Sementes da Paz, 8$ impostos) e é composta por 3 variedades de verduras, 3 a 4 de raízes e 3 a 4 de frutas, todos produtos são orgânicos ou agroecológicos. As entregas são feitas semanalmente as quartas;
    * Outros produtos serão listados em uma lista aparte e entregues juntos com as cestas de secos;

Sobre as entregas:
    * Todos os produtos são entregues na quarta-feira;
    * As folhas, raízes e frutas devem ser retiradas no máximo até o fim do expediente da itcp do dia seguinte a entrega. Cestas não retiradas até o fim do prazo serão consumidas/doadas/distribuídas. Os produtos serão armazenados no isopor da cooperativa para melhor conservação. Os cooperados devem levar sacolas de feira ou bolsas para retirarem seus produtos, visando assim não agredir a natureza com o uso de sacolas plásticas;

  Sobre o fundo:
    * Acordamos em comprar as caixas necessárias ao transporte semanal das folhas com o dinheiro do fundo;
    * O fundo pode ser usado para cobrir eventuais gastos inesperados;
    
Sobre a gestão:
    * A função de gestão deve ser rotativa, cada gestor deve exercer a função durante 3 meses. No primeiro mês este trabalhará com apoio do gestor anterior, no segundo mês sozinho, e no terceiro dará apoio ao próximo gestor;
    * As responsabilidades do gestor são: Divulgar as listas de secos; coletar os pedidos e os $ e os repassar; incluir novos membros na cooperativa;
    * A remuneração do gestor, por enquanto, é (deveria ser) de 5,50$ por hora, cerca de 100$ por mes;

Sobre as parcerias:
    * A ITCP-USP permite que o armazenamento, a distribuição e a coleta do $ aconteçam o espaço desta, e se compromete a fortalecer a cooperativa;
    * O EES Sementes da Paz realizará o transporte e a entrega da cesta de secos agroecológicos, da de verduras, e da feira. Este ficará com 40% do preço pago pelo cooperado, sendo que 10% destes serão gastos com impostos;

Outros acordos:
    * Informações sobre a cooperativa serão colocadas na página http://ecosol.noosfero.com.br/myprofile/comerativamente . As atas do coletivo também podem ser encontradas nesta;
    * Os encontros gerais do coletivo são realizados na primeira quarta-feira do mês as 18h na sala 6 da ITCP-USP;



Relatório de Campo das visitas - Semestes da Paz

7 de Maio de 2008, 21:00, por Hugo Scabello de Mello - 44 comentários

Relatório de Campo da visita a algumas Associações de Pequenos Produtores Rurais do município de Ibiúna, São Paulo:

Caminhando em direção ao armazém de distribuição de alimentos eco-solidários.

      Em 7 de abril de 2008 realizamos uma primeira visita a cidade de Ibiúna, com o intuito de conhecer pequenos produtores rurais de folhas, frutos e raízes.  A cidade de Ibiúna fica distante aproximadamente 60 km da capital paulista e a região é conhecida como cinturão verde por ter grande produção de hortaliças e atender a demanda originada nos centros urbanos da grande São Paulo. 

      Iniciamos nossa visita buscando informações sobre as associações de pequenos produtores no Sindicato Rural de Ibiúna, localizado na região central do município. O Sindicato Rural trabalha em defesa de políticas públicas para o setor agrícola, incluindo também os interesses do setor patronal. Segundo seu assessor de imprensa, este sindicato é ligado diretamente ao Sindicato do Trabalhadores Rurais, que trabalha especificamente em defesa de questões trabalhistas.

      Em seguida, fomos ao Sindicato dos Trabalhadores Rurais, onde conseguimos informações sobre três diferentes associações de pequenos produtores rurais sediadas no município. De uma primeira, a Appoi – Associação dos Pequenos Produtores Orgânicos de Ibiúna, foi descartada a visita quando obtivemos a informação de que já a algum tempo foi transformada em uma empresa, a Appoi Comercial Ltda, que passou a comprar e revender os alimentos produzidos pelos pequenos produtores.

      Assim, visitamos primeiramente a Appri – Associação de Pequenos Produtores Rurais de Ibiúna, que realiza trabalho em conjunto com o MICC - Movimento de Integração Campo Cidade, na comercialização de cestas de alimentos distribuídas na zona leste paulistana.  Alguns produtores reunidos nesta associação não possuem a certificação de produtor orgânico, e efetivamente fazem o uso de defensivos agrícolas e fertilizantes químicos, até mesmo pela dificuldade de comercialização de produtos orgânicos não certificados, devido muitas vezes ao custo elevado de certificação.

      A segunda associação visitada foi a Aprove, Associação de Produtores Rurais Orgânicos de Verava, que reúne cerca de 12 pequenos produtores rurais certificados de um bairro já distante do centro do município, o bairro de Verava. No momento da chegada, alguns produtores encaminhavam produtos a Appoi Comercial Ltda.

     Sobre o modelo de comercialização instituído.

     Em geral, a opção para a comercialização da produção de ambas as associações, com exceção da alternativa aberta pelo MICC, dá-se pelo já conhecido modelo, conseqüência de um pensamento econômico que se baseia na idéia de que no livre jogo do mercado é que se determinam e regulam as relações econômicas entre as pessoas, as regiões e os países, e onde a esmagadora maioria da produção agrícola é vendida para pequenos e médios atravessadores, que por sua vez revendem para grandes atacadistas.

     Observando o exemplo das alfaces, tem-se que a produção embalada com o logotipo Viver Carrefour ou TAEQ - Pão de Açúcar é vendida para a Appoi Comercial Ltda por r$0,60, e revendida  as marcas citadas acima por r$1,00, as quais repassam ao consumidor final por um preço que varia de r$2,00 a r$2,50, no caso de produtos orgânicos certificados. Dos r$0,60 pagos diretamente ao produtor, afora os custos fixos de produção, descontam-se o custo das embalagens e da certificação, valor que atinge r$1.200,00 ao ano, ou seja, r$100,00 ao mês, ou cerca de 2000 maços do produto ao ano, ficando o pequeno produtor efetivamente com cerca de r$0,40 por maço de folhas. Sendo assim, do valor pago ao produtor ao valor pago pelo consumidor final, tem-se um sobre-valor não inferior a 400%, pois, em realidade, quem determina o preço do alimento é quem o compra para revender, e não quem o produz.     

   Sobre as alternativas e a proposta de trabalho.

      A idéia de desenvolvimento da qual partilhamos deve não só considerar a geração, mas também a distribuição eqüitativa da riqueza gerada pelo trabalho dos diversos nós das redes de produção e distribuição, associadas à melhoria na qualidade de vida de todos e à busca da retomada do equilíbrio de nossa casa comum, a mãe-terra. Deve ser algo que contemple a comunidade, onde todos, através da ajuda e confiança mútua e pela posse e uso de certos meios essenciais de produção e distribuição, preservem a autonomia de produtores individuais, familiares ou associados, estimulando o desenvolvimento destas redes numa perspectiva de exercício da autogestão.

     Ao encontro destes pressupostos, a idéia de comércio justo e responsável traz consigo a aposta na possibilidade de um novo tipo de parceria comercial, baseada na proximidade, na transparência e no respeito entre produtores e consumidores. Em nosso caso, ela se realiza numa estratégia de empoderamento de, por um lado, pequenos produtores urbanos e rurais, agricultores familiares ou associados, que se encontram em desvantagem econômica e marginalizados pelo modelo de mercado globalizado predominante, e, por outro, de consumidores atentos e criteriosos que desejam alimentos de qualidade a preço justo, ao tempo em que buscam investir em formas alternativas aos atuais modelos de relações comerciais.

     Para garantir a comercialização justa é necessário pensar em um sistema de distribuição e infra-estrutura eficientes, que permita alcançar os consumidores diretamente, compartilhando tecnologias sociais em desenvolvimento, como as diferentes formas de associação para as compras conjuntas, como também os bens necessários à logística da associação econômica, e, assim sendo, cumprir com o objetivo de oferecer demanda aos produtores que pautam-se pelos princípios da produção ecológica e socialmente sustentável e oferta aos consumidores que buscam alternativas ao atual modelo econômico e de consumo.

     Em poucas palavras, aí esta o desafio que move nossos trabalhos, materializado no funcionamento de um armazém de distribuição de alimentos eco-solidários. 

     Aqui na capital paulista, algumas iniciativas já tomam forma.

     Em parceria com a Incubadora Tecnológica de Cooperativas da Universidade de São Paulo, em agosto de 2007 formamos um coletivo que é uma cooperativa de consumidores, realizando compras conjuntas de folhas toda semana e de secos, como grãos, farinhas e condimentos, uma vez ao mês, chamado ComerAtivaMente.

     Como estratégia de ampliação do movimento, trabalhamos na idéia do armazém, entregando a partir do dia 22 de abril cestas de feiras que contém, folhas, frutos, frutas e raízes, também uma vez por semana, e uma cesta de secos uma vez ao mês, através do coletivo Sementes de Paz – Logística Integrada em Comércio Justo.

     E você, leitor, onde investe os recursos com os quais se alimenta?

     Se você compartilha de algumas preocupações que levantamos nesta apresentação e deseja saber mais sobre a iniciativa, entre em contato conosco, através dos correios,

um abraço a todos vocês, 

Ricardo Scaléa, é bacharel em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo, e atualmente trabalha como agente de desenvolvimento local pelo Projeto Brasil Local, parceria entre a Senaes/MTE e a Universidade de Brasília, além de estar associado aos coletivos ComerAtivaMente Cooperativa de Consumo e Sementes de Paz – Logística Integrada em Comércio Justo.

Victor Dimitrov, cursa Ciências Biológicas na Fundação Santo André, e atualmente realiza trabalhos ambientais na região do corredor ecológico sul, além de estar associado ao coletivo em formação Cooperativa do Verde Cooperativa de Consumidores, sediado na Fundação Santo André. 



Ata do 4' encontro do coletivo (06/05/08)

7 de Maio de 2008, 21:00, por Hugo Scabello de Mello - 1Um comentário

Salves a [email protected],
 
Antes de ontem aconteceu o quarto encontro do coletivo neste ano. Estiveram presentes eu, Nadine, Leandro, Mariah, Angélica, Beto, Ligia, Fernanda, Hugo, César, Guillermo, Denizart, Raquel, Omar, Adriano e Vanessa.
 
Abaixo, segue a ata de nosso quarto encontro,
Alguns informes e encaminhamentos,
  • Foi apresentado o balanço das movimentações de grana do coletivo, que vai em anexo, já em versão final depois das alterações feitas no dia do encontro. Qq dúvida, nos colocamos a disposição para esclarecimentos.
  • A gestão receberá as listas com preços e produtos de novos grupos, e neste mês junto com a lista de secos circulará uma lista com outros produtos, para experimentarmos outras compras conjuntas. Fé e César, estamos no aguardo das listas de mel, própolis e produtos de limpeza. 
  • Sobre as recepção de novos, Hugo se apresentou para sintetizar uma carta de acordos a partir das atas do coletivo, para realizar uma primeira parte deste trabalho.
  • Mais uma vez não conversamos sobre a carta de princípios. Em anexo, circula um primeiro esboço para servir de ponto de partida para a construção da nossa. Na minha opinião, é ponto fundamental para nosso próximo encontro.
 
Atenção as deliberações deste mês:
  • Sobre a compra mensal de secos, percebemos a diferença recorrente entre o valor que resulta da planilha e o valor real da compra, que vem com os recibos de todas as cestas. Isso acontece pela variação de preços entre as três semanas que separam a divulgação da lista e a entrega da cesta. Percebemos também que o desconto de 6% dado ao coletivo pelo lojista cobre o valor dos pedidos. Sendo assim, deliberamos que o coletivo ressarcirá àqueles cujo valor real da compra foi menor que o valor da planilha.
  • Portanto, neste mês, a Vera Soares, tem crédito de 10,50$ com o coletivo.
  • Deliberamos que a partir deste mês compraremos a cesta de folhas através da distribuidora Sementes de Paz, conforme apresentação e formulação da proposta de articulação com outros grupos de compra coletiva em formação, discutida no encontro do meio do mês e neste quarto encontro.
Sobre as principais mudanças e também às permanências:
  • A cesta de folhas será composta da mesma forma, contendo três variedades de folhas, e custará 5$, sendo 3$(60%) destinados aos produtores e 2$(40%) destinados a distribuidora, que cobre os custos e impostos(10%) da operação e remunera o grupo de trabalho envolvido na tarefa.
  • Existe também a possibilidade do associado receber a cesta semanal de feira, que contém as três variedades de folhas, de 3 a 4 variedades de raízes (como o inhame, a mandioca e a beterraba), frutos (como o tomate e a abobrinha) ou flores (como o brócolis e a couve-flor), e 3 a 4 variedades de frutas. Esta cesta custa 20$ e segue a mesma distribuição dos recursos da cesta de folhas, ou seja, 60% ao produtor (12$) e 40% a distribuidora(8$).
  • Assim, no caso da cesta de folhas, o [email protected] contribui com os mesmos 28$, sendo destinados 20$ as cestas, 5$ a gestão, que agora não realiza mais os serviços de entegas, e 3$ ao fundo coletivo. No caso das feiras, o [email protected] contribui com 88$, sendo 80$ destinados as cestas e os restantes 8$ conforme indicado acima.
  • A distribuidora Sementes de Paz é associada a duas principais associações de produtores de alimentos, a Aprove – Associação de Produtores Orgânicos de Verava, e o Sintravale, Sindicato dos Trabalhadores Rurais do Vale do Ribeira, que serão os fornecedores de alimentos a cooperativa. 
  • A partir da próxima semana, as entregas serão as quartas-feiras, da mesma maneira de sempre.
 
Atenção ao calendário deste mês:
  • Os pagamentos mensais serão recebidos até a próxima segunda, 12 de maio no envelope na itcp-usp ou até a sexta, 10 de maio, por depósito na conta corrente 01-002707-2, ag 0969-5, banco nossa caixa, que é a minha.
  • As entregas serão dias, 14, 21, 28 de maio e 4 de junho, quartas-feiras.
  • A lista de secos será divulgada dia 13 de maio. Os pedidos serão recebidos até 27 de maio e os pagamentos até 2 de junho, sendo a cesta de secos entregue dia 3 de junho.
  • Nosso encontro do próximo mês será terça-feira, dia 3 de junho, as 18hs, na itcp-usp 
Sugestões, acréscimos, dúvidas.... são bem-vindos.
É isso aí, vamos caminhando.
Valeu a presença de todos no encontro.
Aquele abraço a vcs, ricardo brisa.



Carta de princípios

5 de Maio de 2008, 21:00, por Hugo Scabello de Mello - 22 comentários

Primeira Carta de Princípios – Núcleos de Cooperativismo de Consumo

 
  1. Adesão e Saída Livres.

    A adesão a uma sociedade cooperativa, assim como sua saída, são livres e devem estar ao alcance de todos os dispostos as responsabilidades inerentes a sua associação, sem nenhuma restrição ou discriminação social, política, econômica, racial ou religiosa. 

  1. Uma Voz, um Voto.

    Por ser uma associação de pessoas e não de capital, o processo de tomada de decisões dentro da sociedade cooperativa é democrático e assim sendo, cada associado tem um voto, independente do valor do capital que ele tenha investido na cooperativa ou do volume de suas operações com ela.

  1. A Associação entre Produtores e Consumidores.

    Quanto aos objetivos da associação, aos consumidores:

  •  
    • Cria o hábito de organização e economia nos gastos, em conseqüência da compra conjunta.
    • Atua como instrumento de garantia quanto à qualidade dos produtos comercializados e quanto a possíveis abusos por parte dos provedores convencionais.
    • Apresenta-se como alternativa às práticas de consumo generalizadas, não criteriosas e pactuantes com o atual modelo econômico.

    Quanto aos objetivos da associação, aos produtores:

  •  
    • Oferece possibilidades relacionadas ao planejamento do trabalho, relacionado à previsão de custos e ganhos.
    • Atua como instrumento de valorização do trabalho do produtor em detrimento a atuação de intermediários na comercialização.
    • Apresenta-se como alternativa a simples competição econômica entre produtores dentro das convenções da economia de mercado constituída.
 
  1. O consumo de Produtos Puros.

    A sociedade cooperativa reserva-se a comercialização de produtos puros, não adulterados, que estejam em acordo aos critérios que pautam os princípios vinculados a Economia Solidária e a Agroecologia. 

  1. A Equidade e a Distribuição das Sobras.

    Sendo o objetivo da sociedade cooperativa a prestação de serviços a seus associados, utilizando o capital como fator de produção arrendado, cabe a cada associado o contratado com a sociedade cooperativa e as sobras operacionais pertencem ao conjunto dos associados e podem ser destinadas a:

  •  
    • Investimentos para o desenvolvimento da sociedade cooperativa.
    • Pagamento de serviços comuns aos seus associados.
    • Distribuição a seus associados em proporção às suas operações com a sociedade cooperativa.
 
  1. O apoio ao desenvolvimento da Educação para a Cooperação.

    Assim como a democracia política exige a educação política, a democracia econômica exige a educação econômica de seus participantes como produtores e consumidores responsáveis, levando-se em consideração tanto a dimensão social quanto a ecológica envolvida em suas atividades econômicas. 

  1. O apoio para o desenvolvimento da Cooperação entre Cooperativas.

    Reconhecendo a prática da cooperação econômica e da associação entre consumidores e produtores como parte de uma proposta alternativa ao atual modelo de produção, comercialização e consumo, cabe a sociedade cooperativa o incetivo e a construção de parcerias com iniciativas semelhantes e/ou complementares.



ComerAtivaMente

São Paulo - São Paulo - Brazil

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