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January 12, 2009 22:00 , par Inconnu - | 1 person following this article.

Paz: Israelenses e Palestinos convivendo respeitosamente

August 7, 2014 14:09, par Débora Nunes - 0Pas de commentaire

Cada um nós se angustia com este conflito sem fim. Temos um sentimento de impotência que se agrava pelo fato de termos visto o fiasco de tantas tentativas de paz. Uma nova força está surgindo neste conflito: nós, a sociedade civil, os/as cidadãos que querem o bom, o justo e o belo.

Veja a petição que já foi assinada por quase dois milhões de pessoas no mundo inteiro. Seja uma delas e vamos mostrar que estamos atentos/as, que nos preparamos para outras formas de ação, mas já demos o primeiro passo. 

 

https://secure.avaaz.org/po/israel_palestine_this_is_how_it_ends_rb/?bgopYdb&v=42866

Se tem dúvidas,  veja uma excelente apresentação que tenta trazer mais clareza: IsraelPalestina_.pps



Baixe o livro Por uma Sobriedade Feliz

August 1, 2014 11:43, par Débora Nunes - 0Pas de commentaire

Este belo livro de Patrick Viveret origina-se em uma palestra deste filósofo francês. O desafio de ser feliz com simplicidade, em conexão construtiva e criativa consigo mesmo, com os outros e com a Natureza, é o seu objeto. Fiquei encantada com a largueza do mundo e a singeleza do cotidiano que ali se encontra e resolvi tornar este trabalho acessível ao público brasileiro, traduzindo-o.  Patrick Viveret é co-fundador do movimento internacional “Dialogues en humanité”, do qual o Brechó Eco- solidário é um dos representantes brasileiros e que pode ser conhecida no site http://dialoguesenhumanite.org/ 

 

O livro encontra-se esgotado, mas você pode ter acesso a ele clicando abaixo.

por_uma_sobriedade_feliz.pdf



"Revoluções tranquilas": O Brechó Eco Solidário é uma delas

July 25, 2014 12:54, par Débora Nunes - 0Pas de commentaire

Aqui pertinho de nós, em Salvador, existe um mercado que funciona com base na abundância, no qual a moeda sobra e chega a pobre e ricos. A cada ano, no Parque da Cidade, centenas de pessoas trabalham para mostrar que outro mundo é possível e está em construção. A moeda social "grão" circula alegremente e seriamente movendo uma experiencia que começou em 2006, da qual milhares de pessoas já tomaram parte e sobre a qual a mídia quase nunca fala, preferindo tiros, pancadaria, guerras, catástrofes.

Muitas outras "revoluções tranquilas" estão acontecendo no mundo, sem fazer alarde. Bénédicte Manier, que escreveu um livro sobre o assunto, fala de "um milhão" de pequenas revoluções realizadas por cidadãos comuns pelo mundo afora. Pretendo falar destas experiências que nutrem a esperança, que impulsionam a crença de que é possível contribuir pra construir um mundo melhor. Começo pelo nosso Brechó, que além de um mercado alternativo de bens usados, tem terapias holísticas, cultura popular, educação ambiental. explosição de arte reciclada e Diálogos sobre soluções para as questões que nos afligem.

Para conhecer melhor o evento, saboreie o  vídeo abaixo. Alegre-se, esta bela experiência existe, é construida autogestionariamente e precisa de todos/as. Se quiser ser voluntário/a,  baixe o texto informativo e veja como inscrever-se. Se não pode, seja um consumidor consciente, separe objetos usados em bom estado e venha para o Parque da Cidade nos dias 24 e 25 de outubro para comprar objetos úteis com o "grão".

Inscrição_voluntários_brechó_2014_pdf_correto.pdf



Sobre o ter e o ter

July 22, 2014 15:14, par Débora Nunes - 0Pas de commentaire

Ouvimos ad nauseum que vivemos um tempo em que o ter é mais importante que o ser. A frase é inócua, pois é raríssimo que um ser humano normal não ache que o ser é pelo menos tão importante quanto o ter, portanto não há desacordo e não se avança. Difícil então é questionar-se sobre a relação positiva e profunda de cada pessoa com o ter. Para chegar mais rápido ao ponto, evoco a velha roupa bonita, macia de tão usada, cheia de lembranças de coisas vividas e que é tão difícil de aposentar. Esta relação afetiva com o ter, com algo que tem significação para o ser profundo, é que precisa ser valorizada.

Num mundo de modas rápidas e produtos descartáveis, seria necessário uma relação mais densa com o ter, que prolongue e dê significado aos objetos. O que existe abundantemente é uma relação viciosa com o comprar. A emoção de adquirir algo novo, sem defeitos, sem história. Tanto que, pros mais endinheirados, é comum esquecerem nos armários o que compraram após consumirem a emoção do momento da compra. O mesmo “vício” é a relação com o descartável, com o prático, o que não dá trabalho, o que desaparece após o uso dos nossos olhos sem deixar vestígios depois de passado o caminhão do lixo. Só que não desaparece de fato.

Dados os resultados do consumo sem fim para o planeta, este comportamento de ligeireza com o ter deverá ser revisto, sob pena de catástrofes climáticas cada vez mais cotidianas. A durabilidade do produto ano após ano, seja ele um prato, um computador ou uma geladeira, a reinvenção da roupa por um novo acessório ou nova combinação, a escolha criteriosa de produtos alimentícios que de fato construam nosso corpo e não distraiam nossa fome íntima serão a nova ordem. Do mesmo modo que consertar um objeto usado significará respeito por ele, por si mesmo e pelo mundo. A Seva Ioga, a ioga que praticamos trabalhando concentradamente, faz do gesto mais simples de colar cacos, remendar, lavar pratos e limpar ambientes, um ato de meditação, de encontro consigo mesmo, de respeito para com o objeto. Que o ter seja reabilitado, no bom sentido.

(Publiquei esse texto pela primeira vez em 22 de julho de 2014, avisando ao público que "A partir de hoje irei partilhar pequenos textos de minha autoria que refletem sobre a vida e/ou que compartilham experiencias inovadoras de coletivos cidadãos que estão mudando o mundo sem que este mundão velho da TV, do consumo e do vazio interior nem perceba...". De lá pra cá, tomei gosto pela partilha e sigo publicando co alegria)



Dialogando em Lyon/França 2014

July 16, 2014 12:59, par Débora Nunes - 0Pas de commentaire

Mais uma vez uma multidão de pessoas e de organizações estiveram discutindo e experimentando, em Lyon/França, o mundo de amanhã, nos dias 4/5 e 6 de julho 2014. Na lógica de Gandhi "seja você o mundo que quer ver", os Diálogos estão mostrando, além de Lyon, em Bangalore/India, Salvador/Brasil e em cidades de todos os continentes, que é possível ser otimista.

Este Movimento Diálogos em humanidades quer agora, em parceria com outras redes de ativistas do mundo, construir uma carta de governança cívica para o planeta. Em outras palavras, identificar tudo aquilo que pode unificar ambientalistas, movimento da economia solidária, cultura livre, entre outros muitos, com metas mínimas de dignidade humana para uma nova governança global.

Segue abaixo um primeiro esboço como ponto de partida que é obra coletiva da rede Diálogos nos últimos anos.

"Prioridades:

  • Renda Mínima Universal de Dignidade Humana;
  • Alfabetização para todos, funcionando como impulso também à "conscientização" proposta por Paulo Freire;
  • Cuidados básicos de saúde com ênfase na prevenção (utilização de ervas medicinais e tecnologias de saneamento ecológico – biorremediação);
  • Plantio de árvores para reflorestamento e estímulo àprodução de alimentos baseados em agroflorestais e técnicas agroecológicas em áreas públicas e privadas);
  • Novas formas de apropriação coletiva da terra rural e urbana;
  • Direito à água limpa para todas a sociedade, investindo em tecnologias livres;
  •  Apoio à cultura das populações mais fragilizadas;

Critérios de governança:

  • Autogestão; 
  • Participação popular;
  • Maioria de mulheres, idosos e jovens no comitê de governança;
  • Justiça (aos mais frágeis, maior apoio)
  • Justeza (ação adequada a cada contexto) 
  • Ouvir as crianças 
  • Tomada de decisão deve considerar os impactos sócio-ambientais até a 3ª geração.

Fontes de recursos:

  • Taxa Tobin (espécie de CPMF que taxaria todas as transações do mercado financeiro mundial)
  • Imposto sobre grandes forturas
  • Recursos inesgotáveis da energia amorosa humana e da mãe natureza...
  • Viver a abundância preferencialmente com arte
  • Políticas e ações de anticorrupção local e global
  • Capacidade de cuidar o espaço humano 

O documento final, que será co-construído e será propriedade coletiva, tem por objetivo ser divulgado amplamente nas redes sociais e apresentado na Conferência do Clima de Paris em dezembro de 2015.

Dentro deste quadro, fica a pergunta: Porque foi tão difícil construir até aqui consensos sobre coisas tão politicamente unânimes entre aqueles/as que querem construir um outro mundo? 



Programa Diálogos em humanidade Lyon Julho 2014

June 18, 2014 14:08, par Débora Nunes - 0Pas de commentaire

 Dialogues en humanité: http://dialoguesenhumanite.org

O evento francês Dialogues en humanité realiza-se  anualmente desde 2002 e  possibilita ao público a discussão e vivência de "práticas do futuro emergente" - inovações na sociedade para fazer face aos desafios econômicos, sociais, ambientais e espirituais da humanidade. Este processo vem se descentralizando, buscando parcerias com eventos afins em várias cidades do mundo e sendo realizado também em Berlim/Alemanha, Bangalore/India, Riad/Marrocos, entre outras. O Brechó Eco Solidário é uma das expressões brasileiras da rede internacional Dialogues en humanité

 Programme_Dialogues_en_humanite_2014.pdf

 



Télécharger "La citoyenneté à travers la participation"

June 18, 2014 13:06, par Débora Nunes - 0Pas de commentaire

 la-citoyennete-a-travers-la-participation.pdf



Baixe o livro "Pedagogia da participação"

June 18, 2014 12:28, par Débora Nunes - 0Pas de commentaire

O livro "Pedagogia da participação - Trabalhando com comunidades" é a versão brasileira do livro "La citoyenneté à travers la participation", lançado em francês pela UNESCO, que teve origem na minha tese de doutorado de 1998, defendido na Université Paris XII.

pedagogia_da_participacao.pdf



Novas fotos do lançamento

June 18, 2014 12:06, par Débora Nunes - 0Pas de commentaire



Como foi o lançamento do livro?

June 13, 2014 17:37, par Débora Nunes - 0Pas de commentaire
Aconteceu no dia 10 de junho de 2014 na Casa Oxumaré, o lançamento do livro de Débora Nunes e Ivan Maltcheff intitulado “Os Novos Coletivos Cidadãos”. A Casa de Oxumaré é um dos mais antigos e tradicionais terreiros de candomblé da Bahia, e além de desenvolver atividades religiosas, é ativamente engajada em projetos sociais e culturais, que contribuem para o desenvolvimento e inclusão das comunidades do seu entorno.

O evento contou com o professor Ordep Serra como mestre de cerimônia, presença da escritora Débora e mensagem de Ivan Maltcheff através de vídeo, e outros convidados. O momento de fala possibilitou o público a sentir um pouco como se deu o processo de produção, pesquisa e criação do livro, feito em conjunto majoritariamente por Skype entre Ivan, na França e Débora, no Brasil, além de entender um pouco mais sobre o tema abordado.

Débora Nunes, professora e pesquisadora e autora de livros das áreas de economia solidária, governança participativa e consumo consciente, e Ivan Maltcheff, consultor para grupos de cidadãos engajados e trabalhadores de empresas em momentos de mudança, juntos contribuem para a compreensão do papel político da sociedade civil na atualidade. O tema abordado aponta para a esperança na ação organizada por um mundo mais justo, solidário e sustentável, principalmente num contexto de desencantamento com a política tradicional.