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12 de Janeiro de 2009, 22:00 , por Desconhecido - | 1 pessoa seguindo este artigo.
Notícias publicadas no portal oficial da UFRB e clonadas nessa comunidade.

Docentes têm até dia 21 de março para inscreverem propostas para o PIBEX

23 de Fevereiro de 2021, 3:01, por UFRB - Universidade Federal do Recôncavo da Bahia - 0sem comentários ainda

A Pró-Reitoria de Extensão da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) divulga o Edital 01/2021 - Chamada para Seleção de Propostas de Projetos e Programas de Extensão Universitária. Docentes do quadro efetivo da UFRB podem submeter propostas até o dia 21 de março, por meio de formulário de inscrição online. O resultado final será divulgado até o dia 12 de abril.

Para se inscrever, o docente precisa preencher o Formulário de Inscrição de Proposta, com as informações do projeto/programa, e anexá-lo ao formulário online de inscrição. Todas as etapas da seleção devem ser acompanhadas no menu “seleções” do site da Proext. Possíveis dúvidas serão esclarecidas pela equipe do Núcleo de Projetos e Programas da Proext, pelo e-mail [email protected]

As propostas selecionadas serão apoiadas por meio de concessão de bolsas a estudantes de graduação da UFRB. No total, serão concedidas 70 bolsas no valor de R$400,00. Para tanto, o Programa Pibex lançará, em abril, um novo edital com os critérios de seleção de bolsistas para as propostas contempladas pelo Edital 01/2021.

Sobre o Programa - O objetivo do Programa Pibex, criado em 2009, é promover a participação de discentes no processo de interação entre a universidade e outros setores da sociedade, através de atividades que contribuam para a sua formação acadêmica, profissional e para o exercício da cidadania.

Mais informações e acesso a documentos de inscrição: Proext.



Projeto da UFRB desenvolve nova tecnologia assistiva para pessoas com deficiência visual

22 de Fevereiro de 2021, 17:53, por UFRB - Universidade Federal do Recôncavo da Bahia - 0sem comentários ainda

“Ainda que de maneira lenta, a sociedade tem se sensibilizado para a necessidade de tornar os ambientes mais acessíveis”. É desta forma que o professor João Neto, da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), enxerga o atual cenário social para pessoas com deficiência visual (PcDV). Ele é responsável por liderar a criação de um projeto que tem muito a contribuir com a qualidade de vida dessas pessoas. “Trata-se de uma tecnologia assistiva, composta por etiqueta de radiofrequência (RFID) espalhadas pelo piso tátil e um dispositivo acoplado no sapato do usuário, conectado a um aplicativo, através do smartphone”. Essas etiquetas armazenam informações sobre o ambiente ao redor, como a localização em que o usuário se encontra, dados sobre objetos que estão presentes no entorno, alertas de perigo, informações mais precisas e detalhadas sobre prédios, dentre outras.

O professor João, que realiza diversas pesquisas na área de interação homem-computador, explica como funciona o serviço tecnicamente. “Na busca por tornar os sistemas e dispositivos interativos mais fáceis de usar e operar, o protótipo funciona da seguinte forma: enquanto o usuário se desloca sobre o piso tátil e aproxima o pé das etiquetas RFID, o dispositivo que está no sapato, que é dotado de sensores, é capaz de ler as informações gravadas nas etiquetas espalhadas pelo chão e retransmite estas informações ao aplicativo do smartphone, que transforma os dados em áudio e as repassa ao usuário”, explicou, ressaltando que grande parte de produtos e serviços considerados banais para pessoas sem deficiência ainda permanecem inacessíveis para PcDs, como objetos inteligentes, redes sociais, Inteligência Artificial, Computação em Nuvem, aplicativos para smartphones, Cidades Inteligentes, entre outros.

Segundo o pesquisador, o piso tátil faz parte do cenário de espaços públicos e privados há décadas, possibilitando a locomoção segura não somente para PcDV, mas também para crianças, idosos e até mesmo turistas, entretanto, ele possui algumas limitações. “Ao se deparar com a sinalização de alerta, o usuário não faz ideia do que se trata, pode ser uma escada rolante, árvore, saída de garagem, ou um desnível na guia que pode causar uma queda. O nosso projeto veio justamente para repensar as funcionalidades do piso tátil, criado em 1967. O objetivo é de inovar sem descartar os aspectos positivos como a grande aceitação por parte do público-alvo e a extensão em que os pisos estão instalados. Agora, queremos aumentar a acessibilidade, através de tecnologia de ponta para que pessoas com deficiência também sejam beneficiadas pelos avanços tecnológicos oferecidos à maior parte da população”, declarou.

Para João Neto, a maioria dos projetos que vem para incrementar o piso tátil é associada a bengalas com sensores, o que aumenta o peso do objeto, além de gerar desconforto e estranhamento. “A bengala restringe a experiência do usuário, pois requer a dedicação de uma das mãos para segurá-la. A solução que criamos libera as mãos do usuário e possibilita que ele receba um volume maior de informações acerca do que está acontecendo ao redor. Vale ressaltar que nossa proposta é incremental e pode ser a base para uma série de outros serviços, tais como roteamento, que concede instruções para chegar até um ponto a partir do local onde o usuário se encontra, e serviços de mensagens, no qual o usuário pode criar notificações em pontos do piso tátil, que serão transmitidas quando ele passar pela região”.

Segundo o docente, o projeto está em fase de captar recursos para que possa adicionar a funcionalidade de Computação em Nuvem para a atualização remota e em tempo real das informações referentes às etiquetas. "O discente Adenilton Arcanjo desenvolveu para o seu Trabalho de Conclusão de Curso  (TCC) o protótipo inicial do projeto, bem como o serviço de rotas dentro de um prédio para pessoas com deficiência visual. Nessa fase, já comprovamos o rápido tempo de resposta do sistema como um todo (leitura de etiquetas, envio dos dados para o smartphone, transformação das informações em áudio). Também pretendemos melhorar o algoritmo de roteamento e inclusão de recursos de Inteligência Artificial à nossa solução tecnológica”, acrescentou João. Com a conclusão do trabalho, o professor espera proporcionar ainda mais independência e autonomia de pessoas com deficiência visual para a locomoção, navegação e orientação em espaços públicos, privados e urbanos. “O protótipo inicial já foi desenvolvido e teve o tempo de resposta do sistema comprovado", relata.

A tecnologia aplicada pelo estudante Adenilton Arcanjo foi selecionada, em janeiro de 2020, para partcipar VIII Campus Mobile, um concurso nacional  em que os participantes passam uma semana na Universidade de São Paulo (USP) para apresentar e discutir seus projetos com pesquisadores e empresários a fim de amadurecer suas ideias.

Informações Ascom Secti.



Professor da UFRB desenvolve nova tecnologia assistiva para pessoas com deficiência visual

22 de Fevereiro de 2021, 17:53, por UFRB - Universidade Federal do Recôncavo da Bahia - 0sem comentários ainda

“Ainda que de maneira lenta, a sociedade tem se sensibilizado para a necessidade de tornar os ambientes mais acessíveis”. É desta forma que o professor João Neto, da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), enxerga o atual cenário social para pessoas com deficiência visual (PcDV). Ele é responsável por liderar a criação de um projeto que tem muito a contribuir com a qualidade de vida dessas pessoas. “Trata-se de uma tecnologia assistiva, composta por etiqueta de radiofrequência (RDFI) espalhadas pelo piso tátil e um dispositivo acoplado no sapato do usuário, conectado a um aplicativo, através do smartphone”. Essas etiquetas armazenam informações sobre o ambiente ao redor, como a localização em que o usuário se encontra, dados sobre objetos que estão presentes no entorno, alertas de perigo, informações mais precisas e detalhadas sobre prédios, dentre outras.

O professor João, que realiza diversas pesquisas na área de interação homem-computador, explica como funciona o serviço tecnicamente. “Na busca por tornar os sistemas e dispositivos interativos mais fáceis de usar e operar, o protótipo funciona da seguinte forma: enquanto o usuário se desloca sobre o piso tátil e aproxima o pé das etiquetas RDFI, o dispositivo que está no sapato, que é dotado de sensores, é capaz de ler as informações gravadas nas etiquetas espalhadas pelo chão e retransmite estas informações ao aplicativo do smartphone, que transforma os dados em áudio e as repassa ao usuário”, explicou, ressaltando que grande parte de produtos e serviços considerados banais para pessoas sem deficiência ainda permanecem inacessíveis para PcDs, como objetos inteligentes, redes sociais, Inteligência Artificial, Computação em Nuvem, aplicativos para smartphones, Cidades Inteligentes, entre outros.

Segundo o pesquisador, o piso tátil faz parte do cenário de espaços públicos e privados há décadas, possibilitando a locomoção segura não somente para PcDV, mas também para crianças, idosos e até mesmo turistas, entretanto, ele possui algumas limitações. “Ao se deparar com a sinalização de alerta, o usuário não faz ideia do que se trata, pode ser uma escada rolante, árvore, saída de garagem, ou um desnível na guia que pode causar uma queda. O nosso projeto veio justamente para repensar as funcionalidades do piso tátil, criado em 1967. O objetivo é de inovar sem descartar os aspectos positivos como a grande aceitação por parte do público-alvo e a extensão em que os pisos estão instalados. Agora, queremos aumentar a acessibilidade, através de tecnologia de ponta para que pessoas com deficiência também sejam beneficiadas pelos avanços tecnológicos oferecidos à maior parte da população”, declarou.

Para João Neto, a maioria dos projetos que vem para incrementar o piso tátil é associada a bengalas com sensores, o que aumenta o peso do objeto, além de gerar desconforto e estranhamento. “A bengala restringe a experiência do usuário, pois requer a dedicação de uma das mãos para segurá-la. A solução que criamos libera as mãos do usuário e possibilita que ele receba um volume maior de informações acerca do que está acontecendo ao redor. Vale ressaltar que nossa proposta é incremental e pode ser a base para uma série de outros serviços, tais como roteamento, que concede instruções para chegar até um ponto a partir do local onde o usuário se encontra, e serviços de mensagens, no qual o usuário pode criar notificações em pontos do piso tátil, que serão transmitidas quando ele passar pela região”.

Atualmente, o projeto está em fase de captar recursos para que possa adicionar a funcionalidade de Computação em Nuvem para a atualização remota e em tempo real das informações referentes às etiquetas. “Também pretendemos melhorar o algoritmo de roteamento e inclusão de recursos de Inteligência Artificial à nossa solução tecnológica”, acrescentou João. Com a conclusão do trabalho, o professor espera proporcionar ainda mais independência e autonomia de pessoas com deficiência visual para a locomoção, navegação e orientação em espaços públicos, privados e urbanos. “O protótipo inicial já foi desenvolvido e teve o tempo de resposta do sistema comprovado. A tecnologia foi selecionada, em janeiro de 2020, para o VIII Campus Mobile, um concurso nacional patrocinado pela Claro, em que os participantes passam uma semana na USP para apresentar e discutir seus projetos com pesquisadores e empresários a fim de amadurecer suas ideias.

Informações Ascom Secti.



UFRB abre inscrições para seleção de estágios obrigatórios remotos do semestre 2020.1

22 de Fevereiro de 2021, 14:46, por UFRB - Universidade Federal do Recôncavo da Bahia - 0sem comentários ainda

Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), por meio da Pró-Reitoria de Graduação (PROGRAD), abre inscrições para o edital de estágios obrigatórios remotos para o semestre 2020.1.

As inscrições são realizadas exclusivamente pela internet, por meio de formulário online disponível na página eletrônica de Estágio da UFRB até o próximo dia 01 de março.

São ofertadas 18 vagas. O resultado final do processo seletivo está previsto para o dia 08 de março.

Após esta publicação, o discente deverá observar os procedimentos do Termo de Compromisso, descritos no item 2.5 do Edital PROGRAD 004/2021, com seus respectivos prazos.

O edital ressalta que o professor orientador e o supervisor acompanharão o estágio de forma remota. As orientações poderão ser realizadas por meio de contato telefônico, e-mail, Whatsapp, Google Meet ou qualquer outra forma viável nesse momento de pandemia, evitando o contato físico.

As atividades do estágio obrigatório remoto devem ser compatíveis com o curso do aluno e viáveis de serem executadas à distância. 

Mais informações podem ser obtidas no Núcleo de Gestão de Estágios pelo e-mail [email protected] ou no site ufrb.edu.br/estagio.

Confira o Edital PROGRAD Nº 04/2021

Acesse os formulários anexos no Edital PROGRAD Nº 004/2021.



CETEC abre inscrições para Programa de Monitoria Voluntária até dia 24

22 de Fevereiro de 2021, 12:50, por UFRB - Universidade Federal do Recôncavo da Bahia - 0sem comentários ainda

O Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas (CETEC) da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) informa que estão abertas até o dia 24 de fevereiro as inscrições do Programa de Monitoria Voluntária para o Semestre 2020.1. Não há previsão de bolsas para a monitoria neste período letivo. A carga horária do monitor voluntário é de 8 horas semanais. 

Ao todo, são ofertadas trinta e nove vagas no Edital Interno N° 01/2021-CETEC.

Os interessados devem fazer sua inscrição para cada componente curricular de seu interesse preenchendo o formulário no link: https://forms.gle/EC1rr8n5SpkvamfQ9.

Para se inscrever é necessário ser estudante devidamente matriculado no semestre 2020.1; comprovar aprovação com nota igual ou superior a 6,0 no componente curricular de referência para aquele que deseja se candidatar; dispor de aparelhos eletrônicos compatíveis (desktop, notebook ou tablet, entre outros) e acesso à Internet com velocidade e qualidade necessárias para o desempenho adequado das suas atribuições.

Os candidatos podem se inscrever em mais de um componente curricular, mas só poderão assumir a monitoria de um deles, caso sejam selecionados.

O aluno monitor que for selecionado deverá iniciaras suas atividades até o dia 08 de março próximo.

A seleção constará de três etapas: prova de conhecimentos básicos referente ao componente curricular pleiteado, entrevista e análise do Histórico Escolar, a serem realizadas no período de 26/02 a 03/03. Os horários de prova serão divulgados no dia 26 de fevereiro, juntamente com a homologação das inscrições.

O resultado final será divulgado no site do CETEC até o dia 06 de março. Os candidatos aprovados deverão enviar até o dia 08 de março a documentação necessária à inscrição no Programa de Monitoria para o e-mail [email protected].

Monitoria

O programa de monitoria tem como objetivos dar oportunidade ao aluno na iniciação na atividade de professor, despertando o interesse pela carreira docente; auxiliar os professores orientadores no desenvolvimento e aperfeiçoamento das atividades didático-pedagógicas; auxiliar complementarmente na adoção da interdisciplinaridade na UFRB como princípio epistemológico e permitir ao aluno ampliação do seu conhecimento na área em que está envolvido.

Leia o Edital Interno Nº 01/2021.



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Bahia, Comunicação, Cultura, Formação, Marco Legal, Pesquisa e tecnologia, Políticas públicas, Relações internacionais, Saúde popular, Software, cultura e conhecimentos livres

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