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12 de Janeiro de 2009, 22:00 , por Desconhecido - | 1 pessoa seguindo este artigo.
Notícias publicadas no portal oficial da UFRB e clonadas nessa comunidade.

UFRB participa do relançamento da Frente pela Valorização das Universidades Federais

25 de Abril de 2019, 12:30, por UFRB - Universidade Federal do Recôncavo da Bahia - 0sem comentários ainda

A Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), representada pelo reitor Silvio Soglia, participou no último dia 24 de abril, do relançamento da Frente Parlamentar pela Valorização das Universidades Federais, no Auditório Nereu Ramos, no Congresso Nacional, em Brasília.

O evento reuniu 75 deputados federais, cinco senadores, o presidente da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), Reinaldo Centoducatte, reitores e vice-reitores de IFES de todo o país, além de representantes da União Nacional dos Estudantes (UNE), da Associação Nacional dos Pós-Graduandos (ANPG) e de entidades sindicais.

Parlamentares, reitores e entidades relançam frente pela valorização das universidades federais.Parlamentares, reitores e entidades relançam Frente pela Valorização das Universidades Federais.

A Frente Parlamentar pela Valorização das Universidades Federais é presidido pela deputada federal Margarida Salomão (PT-MG), ex-reitora da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF); e conta com a coordenação colegiada dos deputados federais Alice Portugal (PCdoB-BA), Danilo Cabral (PSB-PE), Edmilson Rodrigues (PSOL-PA) e Túlio Gadêlha (PDT-PE).

Para requerimento de criação e instituição, uma frente parlamentar necessita do apoio de, pelo menos, 1/3 de membros do Poder Legislativo.

A frente deve acompanhar as ações governamentais e institucionais voltadas às universidades federais; dar celeridade na liberação de recursos financeiros e orçamentários que visem à implementação de programas e políticas públicas dirigidas às universidades federais, promover e participar de debates públicos, que tenham como objeto as universidades federais; apresentar proposições junto ao Poder Legislativo Federal, bem como valorizar atividades de ensino, pesquisa e extensão desenvolvidos nessas universidades; e promover a valorização da atuação social e econômica desempenhadas pelas universidades federais.

Para o reitor da UFRB, Silvio Soglia, esse relançamento da Frente Parlamentar tem uma importância fundamental neste momento de conjuntura política nacional em que as instituições federais de ensino estão submetidas. “Foi um evento muito marcante com a presença de mais de setenta parlamentares, cinco senadores, muitos dos quais fizeram uso da palavra e fizeram a defesa clara e veemente da necessidade da existência, da manutenção e da ampliação das universidades, como vetor de desenvolvimento nacional”.

João Salles, reitor da UFBA, Lídice da Mata, deputada federal e Silvio Soglia, reitor da UFRB.João Salles, reitor da UFBA, Lídice da Mata, deputada federal e Silvio Soglia, reitor da UFRB.

"Considero que a partir desse momento histórico, pautas e projetos importantes para as universidades terão um melhor acolhimento no Congresso Nacional como a recomposição dos orçamentos das universidades, da defesa da autonomia, da democracia no ambiente universitário e da garantia de que as universidades tenham um tratamento diferenciado no que tange ao papel no desenvolvimento econômico, científico e tecnológico do País – essas questões ficaram muito ressaltadas e relevantes nas falas dos congressistas", explicou o reitor da UFRB.

Segundo ele, as falas dos congressistas reafirmaram “como a universidade pode contribuir de fato para o desenvolvimento do País a partir de sua missão com a formação humanística, do desenvolvimento tecnológico e profissional”. "Os deputados ressaltaram esse pensamento e acho isso fundamental, neste momento em que vivemos", afirmou Soglia.

Para ele, a Frente Parlamentar se amplia com o relançamento político e por ser ampla, suprapartidária e plural em relação aos espectros ideológicos dos congressistas participantes. “Uma frente com essa missão será muito benéfica para as universidades federais e, por extensão, para a sociedade brasileira”.

Rankings

As universidades federais estão entre as melhores colocadas nos rankings nacionais e internacionais de produção científica e são as principais responsáveis pela maior parte da produção científica do Brasil, perfazendo 95% da produção total da ciência no país.

As instituições geram uma gama de equipamentos públicos e serviços que atendem à população nas mais diversas áreas, como saúde, educação e cultura.

A cerimônia de relançamento da frente teve início com a exibição de um vídeo produzido pelo Colégio de Gestores de Comunicação das Universidades Federais, órgão ligado à Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), que destaca as atividades de ensino, pesquisa e extensão desenvolvidas pelas universidades federais.

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Campanha da UFRB por Moçambique terá show e conta corrente para doações

24 de Abril de 2019, 14:06, por UFRB - Universidade Federal do Recôncavo da Bahia - 0sem comentários ainda

A escritora e museóloga Joana Flores, servidora da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), irá reunir artistas baianos em mais um show beneficente para arrecadar doações para as vítimas da tragédia natural ocorrida em Moçambique, na África. O evento tem apoio do Centro de Artes, Humanidades e Letras (CAHL), campus da UFRB na cidade de Cachoeira e um dos postos de arrecadação de donativos da campanha #NósSomosMoçambique.

O show beneficente acontece no dia 16 de maio, no CAHL. Os ingressos podem ser trocados por 400g de leite em pó ou 4,5l de água mineral no local do evento, a partir das 16 horas. Entre as atrações confirmadas estão os músicos Moreira, Fábio Haendel, Rho Heitz, Mateus Filho, Rafique Nasser, Tonho Dionorina, Sued Nunes, MC Jayne, Pablues, Bruno Katita, Ramon Lima e participação do DJ Samir Suzart.

Essa é a segunda vez que a museóloga mobiliza seus contatos com músicos conhecidos para reforçar a campanha #NósSomosMoçambique. A iniciativa surgiu a partir de sua comoção em relação à situação dos moçambicanos atingidos pelo ciclone Idai no último dia 14 de março e, mais recentemente, dia 26 de abril, pelo ciclone ciclone Kenneth. "É também uma iniciativa que parte pelo incômodo que dá em mim, quando acontecem todas essas catástrofes. Eu venho de outros movimentos, não com essa proporção. Agora, vendo essa situação e a pouca mobilização da sociedade em si, eu me utilizei desse lugar de escritora para poder ir atrás das pessoas que eu conheci durante essa jornada", disse Joana, em entrevista ao G1 Bahia.

A primeira edição do evento ocorreu em Salvador, no dia 06 de abril, na Praça Teresa Batista, Pelourinho. Na ocasião, Joana reuniu um time de artistas composto por Dão Black, Lazzo, Dionorina, Aloísio Menezes, Wilson Carvalho, Rafique Nasser, Patiño, Duller, Marcelo Flores, Marcelo Pinho, Pablicio Pablues, João Tória, Wil Carvalho e Juliana Ribeiro. Como resultado, foram arrecadados mais de 270 kg de leite em pó. O lema foi “ Música + Atitude + Solidariedade”.

Desta vez, a aposta é no lema “Cinco Toneladas de Amor”, uma vez que é preciso arrecadar no mínimo cinco toneladas de donativos para que eles possam ser levados para o país africano, de acordo com informações do Corpo de Bombeiros. “A gente precisa de órgãos e instituições que abracem essa causa. De início não tínhamos idéia de como levar esses donativos até Moçambique, mas já temos o apoio do Corpo de Bombeiros Brigada K9 e da Polícia Militar do Estado da Bahia para concluir essa empreitada”, disse Joana.

As doações de alimentos não perecíveis, itens básicos de higiene pessoal e produtos de primeiros socorros podem ser feitas mesmo por quem não participar do show. Os interessados têm até o dia 30 de maio para fazer a sua doação no CAHL. Em Salvador também há postos de coleta no Museu Carlos Costa Pinto, Museu de Arte Sacra da UFBA, Centro Cultural Solar Ferrão, Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica, Museu Tempostal e Clube de Mães do Conjunto Pirajá I.

Vínculo com a África - Para o diretor do CAHL, Jorge Cardoso Filho, a iniciativa de Joana em mobilizar a comunidade artística, cultural e intelectual do Recôncavo em um ato em prol dos moçambicanos só reforça os vínculos e a cooperação da UFRB com os países africanos. “Isso é ainda mais importante para o campus de Cachoeira, que abriga os cursos de artes e humanidades, dentre eles o Mestrado Profissional em História da África, da Diáspora e dos Povos Indígenas”, ressaltou.

“É mais uma ação cultural e política que desenvolvemos no sentido de trazer nossos alunos, com as suas formações, para esta vertente cidadã, engajada, crítica e de articulação com esse conhecimento pós-colonial e diaspórico, que a gente tanto debate e se materializa no nosso dia a dia”, diz Cardoso Filho. Uma dessas parcerias se dá por meio do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros (NEAB) no âmbito do Programa Abdias do Nascimento, que oferece bolsas de graduação sanduíche para estudantes de História na Universidade Pedagógica, na cidade de Nampula.

A UFRB tem ainda acordos de cooperação acadêmica, científica e cultural vigentes com duas instituições moçambicanas: a Universidade Zambeze (UniZambeze), na cidade de Beira, e a Universidade Pedagógica, na cidade de Maputo. Ao todo, a UFRB já recebeu oito estudantes moçambicanos e encaminhou cinco para intercâmbio.

UFRB mobilizada - A situação atual de Moçambique também tem inspirado outras iniciativas na UFRB. Professores, técnicos administrativos e estudantes dos Programas de Pós-Graduação estão promovendo uma campanha para arrecadar doações em dinheiro para ajudar as vítimas.

A conta corrente CAMPANHA SOLIDÁRIA UFRB-MOÇAMBIQUE, Banco do Brasil, Agência 3832-6, Conta Corrente 37.251-X, estará disponível pelo período de seis meses (180 dias) para que a comunidade acadêmica e a comunidade externa contribuam com recursos que serão repassados mensalmente aos atingidos pelos ciclones, por meio da Fundação Fernando Leite Couto. Sediada em Maputo, a instituição cultural leva o nome do pai do escritor moçambicano Mia Couto, que é seu atual presidente.

“A ideia veio da própria necessidade de estarmos sempre mobilizados para ajudar o próximo e pelo fato de já termos recebido estudantes de Moçambique e termos professores que já estiveram no país e desenvolvem pesquisas com instituições locais. Temos, portanto, – e eu, em especial, por ter nascido em Moçambique - uma sensibilidade institucional para os estudos sobre países africanos, em várias áreas de conhecimento, e a compreensão do aprendizado mútuo nessa cooperação”, diz a professora Ana Fermino Soares, que hoje articula a campanha em solidariedade ao país natal, ao lado dos demais coordenadores de Pós-Graduação.

Consequências - “O ciclone Idai atingiu as províncias centrais de Moçambique. A zona mais radicalmente afetada foi a cidade da Beira, capital da Província de Sofala, a segunda mais populosa do país”, explica o professor Juvenal de Carvalho, especialista em História da África e que esteve no país entre julho de 2017 e junho de 2018 pelo projeto Arquivo Brasil-Moçambique. “Os moçambicanos estão acostumados a enfrentar eventos climáticos duros, mas este ciclone teve dimensão muito maior e, por isso, o impacto significativo em perdas de vidas e na infraestrutura. São mais de 600 vítimas fatais e mais de 1400 feridos, além dos desabrigados”, diz.

Já o ciclone Kenneth atingiu o território moçambicano com força superior à do ciclone Idai, deixando cerca de 18 mil pessoas refugiadas em abrigos de emergência. Carvalho explica que a resposta do governo moçambicano é coordenada pelo Instituto Nacional de Gestão de Calamidades (INGC) com apoio da Organização das Nações Unidas (ONU) e de outros países. “As ações de solidariedade promovidas pela UFRB se somam com essas iniciativas e com as que estão sendo desenvolvidas em todo o Brasil. São ações significativas para apoiar as vítimas na reconstrução de suas vidas reduzindo os efeitos desta calamidade”, avalia.



Obra de professora da UFRB é vencedora da 3ª edição do Prêmio Thomas Skidmore

24 de Abril de 2019, 12:37, por UFRB - Universidade Federal do Recôncavo da Bahia - 0sem comentários ainda

A primeira edição do livro foi publicada em 2016 pela Edufba e se destacou pelo interesse internacional.

A obra “Temores da África: segurança, legislação e população africana na Bahia oitocentista” de autoria da professora Luciana da Cruz Brito, do colegiado de História da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), foi a vencedora do Prêmio Thomas Skidmore 2018. O resultado foi anunciado pela comissão julgadora desta edição e publicado no Diário Oficial da União no último dia 17 de abril.

“Esse prêmio é a celebração de uma importante conquista profissional. Mulheres como eu, a todo o momento, ainda recebem mensagens de desencorajamento à escrita por diversas razões. Seja sob o argumento de que nossa escrita, nossa narrativa e perspectiva da história não é algo importante ou seja ainda sob o argumento que, de tão comprometida com ‘nossos próprios interesses’, não pode obedecer aos protocolos de pesquisa e escrita acadêmica, o que é um equívoco enorme”, destaca a autora, afirmando-se como uma historiadora negra, nascida em Salvador e oriunda das classes trabalhadoras.

Publicada em 2016 pela Editora da Universidade Federal da Bahia (Edufba), “Temores da África: segurança, legislação e população africana na Bahia oitocentista” é uma obra que traça um paralelo entre dois eventos que projetaram sombra duradoura sobre os temas da escravidão e do racismo no século XIX: a lei de abolição do tráfico negreiro de 1831 e a repressão aos africanos libertos, que se dava através da aplicação de leis que tinham por objetivo controlar e punir a população africana da Província.

Comissão Julgadora do Prêmio Thomas Skidmore - Edição 2018 (Foto: Arquivo Nacional).

“É um livro que faz parte de uma tradição historiográfica preocupada em entender, e chegar o mais perto possível, a realidade de homens e mulheres escravizados e libertos e que viviam sob o estigma da escravidão. Ao mesmo tempo em que reconhecemos a violência, a perseguição, o papel das leis que tinham um impacto na maioria das vezes negativo sob o cotidiano da comunidade africana, também buscamos entender como estas pessoas tinham vontades, planos, projetos políticos, afetividades e também discordâncias”, explica Luciana. “É um livro sobre lutas, sobre relações complexas, busca por autonomia e malabarismos que poderiam (ou não) garantir uma vida livre e autônoma, e digna se possível”, resume.

Do ponto de vista historiográfico, a obra versa a respeito da falta de garantia de direitos negados aos africanos libertos na Bahia imperial e de como eles tensionavam a sociedade escravista para viver melhor e afirmar suas vontades. A análise tem como pano de fundo Salvador, um dos maiores centros urbanos escravistas desde o fim do século XVIII. Para tanto, a autora reconhece como fundamental o trabalho de pesquisa no Arquivo Público do Estado da Bahia (APEB), que abriga um importante acervo para a história das pessoas negras na Bahia e no Brasil. “Sem o APEB essa pesquisa não seria possível. Portanto, o prêmio reafirma a importância dos nossos arquivos para a pesquisa, escrita e acesso à história do país”, diz.

Luciana Brito é professora adjunta da UFRB desde 2016, vinculada ao Colegiado de História.

Outro aspecto que Luciana destaca é o caráter político da premiação. “Em tempos em que vivemos uma disputa pelas narrativas históricas, inclusive relativizando o horror que foi a escravidão e sobre quem se beneficiou dela, o prêmio significa o reconhecimento da importância de uma pesquisa baseada em fontes, fruto de análises muito sofisticadas e complexas, baseadas em debates historiográficos intensos que ocorreram no Brasil e nos Estados Unidos”, defende. “Embora estejamos falando do século XIX no livro, volto a dizer, num momento de disputa pelas narrativas históricas, um prêmio dessa importância que reconheça um trabalho dessa natureza é fundamental”, afirma.

Sobre a autora - Graduada em história pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), Luciana realizou mestrado e doutorado na mesma área na Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e pela Universidade de São Paulo (USP), respectivamente. Além disso, tem pós-doutorado no departamento de história na City University of New York (CUNY) como bolsista da Andrew W. Mellon Foundation. A autora estuda, particularmente, a área de história da escravidão e abolição nas Américas numa perspectiva transnacional e comparada, com ênfase no Brasil e Estados Unidos.

Desde 2016, Luciana é professora adjunta da UFRB e acredita que a obra, somada a outras tantas escritas por colegas, além das atividades e pesquisas que são levadas a cabo na instituição, reafirmam a qualidade dos profissionais da Universidade, sobretudo do Centro de Artes, Humanidades e Letras (CAHL). “Todos os dias estamos fazendo trabalho de excelência, com maior ou menor visibilidade, e contribuindo para o avanço científico e intelectual do País. O meu trabalho é um dentre vários que, cotidianamente, reafirmam a importância da UFRB, não só para o Recôncavo baiano, mas para o Brasil”, disse.

A edição 2018 teve como tema a questão racial no Brasil e contou com 24 obras inscritas. 

Prêmio Thomas Skidmore - Promovido pelo Arquivo Nacional e a Brazilian Studies Association (BRASA), o prêmio homenageia o brasilianista norte-americano e professor emérito da Brown University. Nessa 3ª edição, a iniciativa acolheu obras publicadas em língua portuguesa entre os anos de 2013 a 2017 sobre a temática da questão racial no Brasil. O tema corresponde à obra clássica de Thomas Skidmore, cujo título é “Preto no Branco: raça e nacionalidade no pensamento brasileiro (1870-1930)”, resultado de um estudo pioneiro realizado nos anos 70.

Como requisitos, as obras concorrentes ao Prêmio Thomas Skidmore também devem apresentar conteúdo autoral e de interesse internacional. 24 tiveram inscrição validada em 2018. O livro escolhido será republicado nos Estados Unidos, com recursos pagos pela BRASA. Para menção honrosa foram selecionados os livros “Constitucionalismo brasileiro e o Atlântico negro: a experiência constituinte de 1823 diante da Revolução Haitiana”, de autoria de Marcos V. Lustosa Queiroz, e “Água de barrela”, de autoria de Eliana Alves Cruz.

Com informações da Edufba e do Arquivo Nacional.



UFRB comercializa excedentes de origens animal e vegetal em Cruz das Almas

24 de Abril de 2019, 12:04, por UFRB - Universidade Federal do Recôncavo da Bahia - 0sem comentários ainda

A Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) comercializa várias mudas para reflorestamento e arborização; composto orgânico e substrato; e animais vivos como ovinos e caprinos - produtos excedentes de origens animal e vegetal resultantes das atividades de pesquisa, ensino e extensão no âmbito da Fazenda Experimental do Centro de Ciências Agrárias Ambientais e Biológicas (CCAAB), em Cruz das Almas.

A visitação dos interessados nos produtos pode acontecer até o próximo dia 31 de maio.

A UFRB oferece mudas para reflorestamento e arborização de Açaí; de Ipê amarelo de bola;  de Ipê branco; Ipê roxo de bola; de Jasmim do caribe; de Jatobá; de Mogno africano; de Mogno brasileiro; de Moréia; de Moringa; de Murta; de Nim; de Palmeira elegante; de Palmeira Fênix; de Palmeira Leque de espinho; de Palmeira Leque de Fiji; de Palmeira Rabo de peixe; de Palmeira Rabo de raposa; de Palmeira triangular; de Palmeira-de-manila; de Pata de vaca; e de Sabiá. Os preços variam de R$ 1,00 até R$ 15,00.

A Fazenda Experimental do CCAAB oferece dez sacos de esterco bovino; dez de esterco caprino; e dez de esterco ovino. O saco de 60 litros de qualquer tipo de esterco é comercializado a R$ 10,00.

Estão sendo comercializados animais vivos como cinco ovinos, mestiço de Santa Inês; e vinte caprinos. No caso dos pequenos animais, a venda será realizada nas condições em que se encontram, não cabendo ao CCAAB/UFRB qualquer responsabilidade quanto à retirada, transporte e pagamento de impostos.

A instituição não se responsabilizará por despesas de transporte dos materiais adquiridos e nem fará em nenhum momento reserva dos mesmos.

Mais informações entrar em contato com FazExp do CCAAB, no Núcleo de Apoio Administrativo, localizado na Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, Campus Universitário de Cruz das Almas, Bahia, Rua Rui Barbosa, nº 710, Cruz das Almas, Bahia. Telefone: (75) 3621-3301 ou (75) 99931-8510.

Comunicado de Venda Pública de Excedentes 003/2019.



UFRB abre inscrição para Especialização em Psicologia, Avaliação e Atenção à Saúde

23 de Abril de 2019, 13:33, por UFRB - Universidade Federal do Recôncavo da Bahia - 0sem comentários ainda

A Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) abre inscrição para o processo seletivo do Programa de Pós-graduação em Psicologia, Avaliação e Atenção à Saúde, em nível de especialização, destinado a psicólogos. São oferecidas trinta vagas no Campus de Santo Antônio de Jesus.

As inscrições acontecem das 10 horas do dia 23 de abril até às 23h59min do dia 17 de maio e devem ser realizadas exclusivamente pela internet mediante o preenchimento de formulário de inscrição disponível no site www.ufrb.edu.br/ccs. O resultado final será divulgado no dia 22 de julho, no mesmo site.

A especialização será desenvolvida em três semestres, ou seja, 18 meses, com carga horária total de 476 horas, sendo 374 horas, distribuídas em 19 componentes curriculares obrigatórios e 102 horas dedicadas aos componentes de Elaboração de TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) I, no 2º semestre e Elaboração de TCC II, no 3º semestre.

São oferecidas trinta vagas, das quais seis são para candidatos auto declarados negros, duas para Pessoas com Deficiência e cinco para Indígenas, Quilombolas e Pessoas Trans, de acordo com Resolução CONAC 033/2018, a qual dispõe sobre o sistema de cotas raciais para o acesso e outras políticas de ações afirmativas para a Permanência de Estudantes Negros, Quilombolas, Indígenas, Pessoas Trans (Transgêneros, Transexuais e Travestis) e Pessoas com Deficiência em todos os cursos de pós-graduação da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia.

Para se candidatar a uma vaga no curso de especialização em Psicologia é necessário ser portador de Diploma devidamente registrado ou Certificado de Conclusão do Curso de Psicologia, fornecidos por instituição de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC).

Os objetivos do curso de especialização são favorecer o desenvolvimento de competências e habilidades relacionadas à investigação e à prática em psicologia, bem como proporcionar espaço para aprofundamentos de visão/postura crítica e reflexiva sobre o fazer em avaliação e atenção à saúde, considerando especificidades do ciclo vital, da natureza dos processos psicológicos diversos (cognitiva, afetiva e comportamental).

É também objetivo da especialização saber os diferentes contextos de atuação em avaliação e atenção à saúde; possibilitar a compreensão e utilização de estratégias de delineamento e coleta de dados diversificados; a implementação de métodos e técnicas de análise de dados avançados, seja de natureza quantitativa e/ou qualitativa.

O estudante deve desenvolver competências e habilidades de redação científica e elaboração de manuscritos/artigos; assim como formar profissionais, em nível de pós-graduação, conscientes do trabalho e das responsabilidades profissionais e sociais da psicologia, com atuação ética implicada na salvaguarda da saúde e direitos humanos de indivíduos e grupos.

Caracterizado pela abordagem de temas centrais para a discussão sobre Psicologia, Avaliação e Atenção à Saúde, busca um diálogo entre os diferentes enfoques na área da especialização com vistas a fortalecer a integração entre teoria e prática, considerando os seus fundamentos e os diferentes contextos de atuação acadêmica e profissional em Psicologia.

Processo Seletivo

O processo seletivo terá duas etapas: 1ª Etapa: prova objetiva de caráter classificatório e eliminatório; e 2ª Etapa: Memorial e Entrevista, de caráter classificatório e eliminatório. 

A prova será realizada no próximo dia 27 de maio, no turno matutino, no CCS, em Santo Antônio de Jesus. 

A segunda etapa (Memorial e Entrevista) será realizada nos dias 06 e 07 de junho, no mesmo local.

Edital Nº 01/2019.

Formulário de inscrição.



Categorias

Bahia, Comunicação, Cultura, Formação, Marco Legal, Pesquisa e tecnologia, Políticas públicas, Relações internacionais, Saúde popular, Software, cultura e conhecimentos livres

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